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Terça-feira, Outubro 19, 2021

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Abrantes | Presidente da AMI inaugura exposição e apresenta livro “Toda a Esperança do Mundo”

Fernando Nobre, presidente da Fundação de Assistência Médica Internacional (AMI), vai estar em Abrantes, na Biblioteca Municipal António Botto, esta sexta-feira, dia 11 de maio, pelas 18h00, para apresentar o livro “Toda a Esperança do Mundo”, da autoria do jornalista Luís Pedro Nunes, com imagens do fotojornalista Alfredo Cunha.

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Imagens que servem de base para a exposição com o mesmo nome que vai estar patente ao público na Biblioteca até 29 de junho.

No ano em que se comemorou o trigésimo aniversário da AMI, 2015, o jornalista Luís Pedro Nunes e o fotógrafo Alfredo Cunha “embarcaram numa viagem com a AMI que os levou a conhecer escravos que lutam por recuperar a dignidade nas terras áridas do Níger, habitantes dos bairros de lata do Bangladesh que tentam assegurar um futuro aos seus filhos, pescadores no Sri Lanka a quem o mesmo mar que alimenta tudo levou num tsunami apocalíptico, crianças que sobrevivem no limbo surreal do Haiti, meninas que lutam contra a tradição na Guiné-Bissau e curdos encurralados no Iraque pelo Estado Islâmico, resistindo à barbárie e à extinção; pessoas que na AMI encontraram um porto de abrigo que lhes providencia o que mais precisam – atenção, dedicação e esperança”, pode ler-se no livro.

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O livro inclui textos de José Manuel Barata-Feyo, Adelino Gomes e do presidente e fundador da AMI, Fernando Nobre. A entrada é livre.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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