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Abrantes | Posto de saúde de Alvega sem médico de família

O posto de saúde da freguesia de Alvega e Concavada (Abrantes) fica sem médico a partir desta quinta-feira, dia 1 de abril. A única médica que prestava serviço naquele posto de saúde aposentou-se e a partir de agora, e de forma temporária, os utentes de Alvega terão de se dirigir à sede da Unidade Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP) de Abrantes, segundo disse ao mediotejo.net fonte da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo.

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A partir desta quinta-feira a população de Alvega e Concavada, se necessitar de um médico, terá de recorrer à sede da Unidade Cuidados de Saúde Personalizados de Abrantes, ou seja, na cidade de Abrantes, Rua D. Afonso Henriques, nº 31, 1º. A única médica que prestava serviço no posto de saúde de Alvega aposentou-se e, para já, esta é a solução apontada até que seja possível a colocação de um médico, não se recorrendo a substituto.

Questionado o Agrupamento de Centros de Saúde Médio Tejo relativamente a uma solução para os utentes do Serviço Nacional de Saúde daquela localidade, a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo respondeu garantindo que “o ACES do Médio Tejo e a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo estão a envidar todos os esforços para resolver a situação tão rápido quanto possível”.

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Acrescenta que “até à substituição da médica” os utentes do Pólo de Saúde de Alvega “continuarão a ter assegurados os cuidados médicos na sede da Unidade Cuidados de Saúde Personalizados Abrantes, que funciona de segunda a sexta-feira, no período da tarde”.

Quanto aos cuidados de enfermagem a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo assegura que “manter-se-ão no Pólo de Saúde de Alvega”.

A União de Freguesias de Alvega e Concavada conta com uma população superior a duas mil pessoas, sendo que a cidade de Abrantes dista cerca de 20 quilómetros.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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