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Sexta-feira, Setembro 24, 2021

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Abrantes | PJ detém foragido por roubo violento com morte em 2013

Foi detido em Marselha (França) e extraditado para Portugal um foragido por roubo violento ocorrido em 2013 em Chaínça, Abrantes, a uma casa onde residiam duas irmãs de 89 e 83 anos, e do qual resultou a morte de uma delas devido às agressões de que foi vítima. Mais de seis anos depois, o homem, de 58 anos, foi detido em França, país para onde havia fugido.

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A Polícia Judiciária, através do Departamento de Investigação Criminal de Leiria, em inquérito dirigido pelo DIAP de Santarém, no dia 27 deste mês de dezembro, acompanhou a extradição de um suspeito, fortemente indiciado pela autoria de um roubo agravado, que vitimou duas mulheres, uma das quais viria a falecer em consequência das lesões sofridas.

A factualidade imputada ao suspeito ocorreu no dia 20 de maio de 2013, pelas 01h50, numa residência em Chainça – Abrantes, através do arrombamento das portas da habitação. As vítimas, duas irmãs, à data tinham 89 e 83 anos de idade.

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As diligências de investigação desenvolvidas, envolvendo meios periciais científicos, permitiram identificar o presumível autor dos crimes.

Contudo, o suspeito fugiu do território nacional, antes de ser identificado e intercetado pela investigação, pelo que foi emitido Mandado de Detenção Europeu.

No final do passado mês de novembro, mais de 6 anos após a ocorrência dos factos, o suspeito viria a ser localizado, pelas autoridades policiais francesas em estreita articulação com a Policia Judiciária, em Marselha, cidade onde estava a residir após ter passado por vários locais de França, no decorrer da fuga.

Do roubo resultou a subtração de 140 euros em numerário e de quatro pequenos objetos em ouro.

O detido, de 58 anos de idade, foi presente ao tribunal de turno da Comarca de Santarém, sendo-lhe aplicada a medida de coação de prisão preventiva.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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