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Segunda-feira, Novembro 29, 2021

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Abrantes | Piscinas de ar livre com capacidade para 150 pessoas e sistema de sinalização

As Piscinas de ar livre, na Cidade Desportiva de Abrantes, estão a funcionar desde o dia 14 de junho e com algumas medidas extraordinárias de ocupação e utilização naquele espaço por via da pandemia da covid-19. A lotação máxima instantânea da piscina é de 150 utentes e é verificada por um sistema de sinalização à entrada, que informa sobre a ocupação de espaço utilizado mediante o código de cores previsto (verde, amarelo e vermelho).

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A piscina funciona de terça-feira a domingo, com o horário das 9:30 às 14:00 e das 15:00 às 19:30. Na piscina é interdita a utilização dos chuveiros interiores nos balneários e nos chuveiros exteriores, instalações sanitárias e áreas de circulação, e é obrigatório o uso de calçado adequado.

As taxas de utilização são grátis até aos 5 anos e por cada meio-dia são praticados os seguintes valores: 1,11€ para os jovens dos 6 aos 12 anos; 1,93€ para o escalão dos 13 aos 17 anos e maiores de 18 anos pagam a quantia de 2,18€. As crianças menores de 10 anos deverão ser acompanhadas por adultos.

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Piscinas ao ar livre em Abrantes abrem dia 14 de junho. Foto: mediotejo.net

Em nota de imprensa, a Câmara de Abrantes dá conta que a abertura da piscina municipal descoberta foi adequada ao estabelecido pelo Decreto-Lei n.º 24/2020 que regula o acesso, a ocupação e a utilização das praias de banhos, no contexto da pandemia da doença COVID-19, para a época balnear de 2020 e ao Despacho n.º 6134-A/2020, de 5 de junho, que determina que o funcionamento e utilização de piscinas ao ar livre obriga a que os responsáveis pela gestão destes espaços implementem procedimentos de prevenção e controlo da infeção, assegurando o cumprimento de regras de ocupação, permanência, higienização dos espaços e distanciamento físico entre utentes.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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