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Sexta-feira, Dezembro 3, 2021
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Abrantes | Piedade Pinto e Isabel Cartaxo são as novas Conselheiras Locais para a Igualdade

Os nomes das novas Conselheiras Locais para a Igualdade, Piedade Pinto e Isabel Cartaxo, de acordo com a nova legislação nacional emanada da Resolução de Conselho de Ministros, foram aprovados pela Câmara de Abrantes na reunião de executivo no dia 09 de julho.

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Como conselheira externa foi indicado o nome de Piedade Pinto, enfermeira, membro da Rede Especializada de Intervenção na Violência – REIVA -, com formação especializada sobre as matérias em apreço. Como conselheira interna, foi indicado o nome de Isabel Cartaxo que é Chefe da Divisão de Intervenção Social, na Câmara Municipal de Abrantes.

Estas nomeações acontecem no âmbito do novo protocolo de cooperação, recentemente assinado com a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género, que estabelece linhas orientadoras no âmbito da Estratégia Nacional para a Igualdade e Não Discriminação 2018/2030 – Portugal Mais Igual (ENIND), sendo que visam contribuir para o desenvolvimento de uma cultura de direitos humanos, igualdade entre mulheres e homens, não discriminação e não-violência junto das populações.

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Esta nova geração de protocolos pretende também alinhar o trabalho dos municípios com a Estratégia Nacional para a Igualdade e a Não Discriminação – Portugal + Igual, integrando temáticas que tradicionalmente alguns municípios ainda não trabalharam. Para além da indicação dos conselheiros (um externo e um interno), prevê também a criação uma Equipa para a Igualdade na Vida Local que vai acompanhar os protocolos estabelecidos e a sua implementação de forma a permitir a entrada de setores não clássicos na área de intervenção da Igualdade.

No caso de Abrantes, “a Câmara Municipal encontra-se na linha da frente em matéria de ações públicas junto da população, valendo-lhe o reconhecimento nacional através da atribuição do prémio ‘Viver em Igualdade’ conferido pela CIG”, refere a autarquia, em nota de imprensa.

Desse trabalho, “destaca-se, entre outras, a materialização do Plano Municipal para a Cidadania, Igualdade de Género e não Discriminação, o trabalho no âmbito do Gabinete de Apoio à Vítima ou o Serviço Municipal de Promoção da Cidadania e da Igualdade, a Rede Especializada de Intervenção na Violência de Abrantes e as ações de informação e sensibilização sobre Igualdades, Discriminação e Violência junto de vários públicos, incluindo as escolas, e em articulação com vários parceiros” acrescenta a mesma nota.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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