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Quinta-feira, Outubro 21, 2021

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Abrantes | Pegop é a melhor PME do ano

A Pegop, a empresa que tem a seu cargo a operação e a manutenção das centrais termoelétricas a carvão e a gás natural do Pego, na região de Abrantes, é a empresa vencedora da mais recente edição das ‘1000 PME’, uma iniciativa anual da revista EXAME, em parceria com a Informa D&B e a Deloitte, avançou hoje o jornal Expresso.

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O grande prémio foi entregue ao administrador da empresa, José Grácio, esta terça-feira, num almoço na Caixa Geral de Depósitos, patrocinador do evento. “Estão no Pego a central a carvão e a central a gás mais modernas da Península Ibérica”, afirmou o gestor, no seu discurso de aceitação do prémio, pode ler-se no mesmo jornal, na sua página online.

Além do prémio “Empresa do Ano”, a Pegop foi ainda a empresa vencedora no seu sector de atividade, Água, Eletricidade e Gás. Em 2016 (exercício fiscal que esta edição das “1000 PME” analisa,) a Pegop faturou 20,7 milhões de euros.

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Apesar de uma quebra de quase 3% no volume de negócios, o resultado líquido permaneceu estável, gerando aos acionistas um lucro de 5,6 milhões de euros.

Com um capital próprio de 5,7 milhões de euros, a empresa apresenta elevados índices de rentabilidade e de solvabilidade. Um quadro de indicadores que permite à Pegop, com os seus 123 trabalhadores, ascender ao topo da lista das melhores PME do país, segundo o Expresso.

Ao todo, as “1000 PME” premiaram 22 pequenas e médias empresas nacionais. Em 2016, no conjunto, as 1000 melhores PME alcançaram um volume de negócios total acima de 18,6 mil milhões de euros, a que corresponderam lucros de praticamente 554 milhões de euros, pode ainda ler-se na mesma informação.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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