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Sexta-feira, Julho 30, 2021

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Abrantes | Parque Tejo e Mercado Municipal nomeados para Prémio Europeu de Arquitetura

Os projetos de arquitetura do Parque Tejo e do Mercado Municipal de Abrantes estão nomeados para Prémio Europeu Mies van der Rohe 2017, galardão que é considerado o mais importante Prémio de Arquitetura da Europa e um dos mais prestigiados no mundo.

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Portugal tem 13 projetos nomeados para esta edição do Prémio de Arquitetura, entre os quais se encontram os dois projetos de equipamentos localizados no território do concelho de Abrantes: o edifício do Parque Tejo, projetado pelo atelier Rua, e o projeto do edifício do Mercado Diário, da autoria do atelier ARX Portugal Arquitectos.

Edifício do Parque Tejo, projetado pelo atelier Rua. Foto: CMA

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Este galardão é considerado o mais importante Prémio de Arquitetura da Europa e um dos mais prestigiados no mundo. Foi lançado em 1987, numa parceria da Fundação Mies van der Rohe com a Comissão Europeia, e, em 1988, no primeiro ano de atribuição do prémio, o galardão foi entregue a Álvaro Siza, pelo edifício do antigo Banco Borges & Irmão, em Vila do Conde.

Edifício do Mercado Diário, da autoria do atelier ARX Portugal Arquitectos. Foto: CMA

Portugal tem 13 projetos nomeados para o Prémio de Arquitetura Contemporânea da União Europeia Mies van der Rohe 2017, anunciou a Comissão Europeia, que divulgou a lista dos 356 selecionados, provenientes de 36 países.

A lista agora divulgada será depois reduzida a um grupo de 40 candidatos e, novamente, para cinco finalistas candidatos ao galardão, cujos vencedores serão conhecidos a 26 de maio.

O prémio, no valor de 60 mil euros, instituído em 1987 pela Comissão Europeia e pela Fundação Mies van der Rohe, com sede em Barcelona, é considerado “um dos galardões de maior prestígio” na área da arquitetura, destaca o comunicado da Comissão Europeia.

De acordo com a mesma fonte, 13 dos projetos da lista de nomeados estão construídos em Portugal: a Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Angra do Heroísmo (Inês Lobo Arquitetos), o Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, em Lisboa (Ateliê britânico AL_A – Amanda Levete), Casas de Campo no Trebilhadouro, Vale de Cambra (Andre Eduardo Tavares Arquiteto), o Camping de Abrantes (Ateliê Rua), Centro Social e Cultural Costa Nova, na Gafanha da Encarnação (ARX Portugal Arquitetos), Mercado Municipal de Abrantes (ARX Portugal Arquitetos), a Escola Secundária Luís de Freitas Branco, em Oeiras (Célia Gomes + Pedro Machado Costa).

Estão igualmente nomeados o projeto do Instituto de Inovação e Investigação em Saúde – I3S, no Porto (Serôdio Furtado & Associados), o Solar da Porta dos Figos, em Lamego (Norvia – Consultores de Engenharia SA), a Casa em Oeiras (Pedro Domingos Arquitetos), o Museu Municipal Abade Pedrosa, em Santo Tirso (Álvaro Siza + Souto de Moura), a Sede da EDP em Lisboa (Aires Mateus) e o Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, em Chaves (Álvaro Siza Vieira).

Globalmente, os selecionados apresentaram propostas das áreas da habitação, cultura, escritórios, desporto, comércio, edifícios governamentais, transporte e tipologias urbanas.

O Prémio Mies van der Rohe é bienal e distingue projetos de arquitetura construídos nos dois anos que precedem a sua atribuição. Também entrega um prémio de 20 mil euros a arquitetos no início de carreira.

Entre os vencedores anteriores estão o centro de congressos Harpa, em Reykjavik, na Islândia (Peer Henning Larsen Architects/Teglgaard Jeppesen, Osbjørn Jacobsen, Studio  Olafur Eliasson/Olafur Eliasson, Batteríid architects/Sigurður Einarsson ) e o Neues Museum (Novo Museu), em Berlim (David Chipperfield Architects/Julian Harrap).

O projeto do arquiteto português Álvaro Siza Vieira para o antigo Banco Borges e Irmão, em Vila do Conde, foi o distinguido na primeira edição do prémio, em 1988.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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