Sexta-feira, Fevereiro 26, 2021
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Abrantes | Pandemia obriga a cancelar secular Feira de São Matias

A Câmara Municipal de Abrantes decidiu cancelar a secular Feira de São Matias em 2021, com data agendada para fevereiro. Devido à pandemia de covid-19, a responsável pela Saúde Pública da sub-região do Médio Tejo considerou não existirem condições para a concretização da feira este ano, deu conta o presidente da autarquia, Manuel Jorge Valamatos.

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A tradicional Feira de São Matias não vai animar o espaço do Aquapolis Sul, nas margens ribeirinhas do Tejo, em Abrantes, este ano… pelo menos em fevereiro. A chegada dos carrosséis e outros divertimentos, as barracas de quinquilharia, os bares e as rulotes de farturas e algodão doce é adiada para outro momento ou não chega de todo em 2021.

O anúncio partiu do presidente da Câmara Municipal de Abrantes que, em reunião de executivo, deu conta da decisão por falta de condições devido à situação epidemiológica que o País, e em particular o concelho, atravessa.

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Manuel Jorge Valamatos informou a vereação da decisão tomada após conversações com a entidade de saúde pública do Médio Tejo, justificada com o número de infetados por SARS-CoV-2 na região, e com a inexistência de “condições” para a realização da Feira de São Matias.

“Tentámos até à última, e era desejável que assim fosse. Mas nesta altura ou daqui a uns dias a Feira tinha de começar a ser preparada, haviam operadores que tinham de deslocar-se para Abrantes e iniciar trabalhos de preparação da Feira. De acordo com as minhas conversas com a drª Maria dos Anjos Esperança – responsável pela saúde pública na região – não existem condições para concretizarmos esta Feira este ano” agendada para o início do mês de fevereiro, explicou o presidente.

O autarca referiu que “o aumento exponencial dos números evidenciam fragilidades enormes e não podemos arriscar nem contrariar as indicações da Direção Geral da Saúde”.

A Feira de São Matias, acrescentou, “fica adiada para outro momento ainda este ano que se possa concretizar, ou adiada” para 2022.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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