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Quinta-feira, Setembro 23, 2021

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Abrantes | Ovelhas atacadas por cães em Martinchel

Um agricultor de Martinchel queixa-se de ataque de cães selvagens ao seu rebanho de ovelhas. Esta madrugada uma ovelha foi encontrada morta e cerca de 10 ficaram feridas. Leonel Medroa confessa-se “cansado” dos ataques e diz estar “farto” de suportar os “prejuízos”.

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Já não é a primeira vez que Leonel Medroa, de Martinchel, encontra gado morto dentro da sua propriedade em Mouchões. Esta madrugada, cerca das 05h30, ouviu ladrar os cães, “os meus e os dos meus vizinhos, levantei-me” e encontrou uma ovelha morta e cerca de dez feridas do seu rebanho de 60 cabeças, que foi atacado por cães errantes. “Para fugirem ao ataque dividiram-se em três rebanhos, separaram-se!”, explicou ao mediotejo.net.

Há uns tempos perdeu “seis borregos e uma ovelha”, dá conta. Dessa vez “consegui apanhar um cão que foi levado pelo veterinário da Câmara, mas fiquei com o prejuízo. É sempre assim!”, desabafa.

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As ovelhas passam a noite dentro de um pavilhão, “mas como está aberto, os cães vadios entram e atacam”, conta Leonel. O agricultor está convicto que dois cães errantes, avistados no centro de Martinchel, são os responsáveis pelo ataque, tendo já sido sinalizados pelo próprio.

Este verão, o rebanho não sofreu qualquer ataque mas no mês de agosto, em sobressalto, “quando vi os cães abandonados avisei logo o veterinário da Câmara Municipal. Disseram para fazer queixa na GNR”, revela Leonel Medroa, que desta vez, se socorreu das redes sociais para dar conta do incidente.

Em resultado do ataque desta madrugada, Leonel encontrou ainda uma das ovelhas “ferida dentro da manjedoura. Foram necessárias três pessoas para a tirar de lá”. Mas os ferimentos “nem é o pior!”, considera. “O problema é que a maioria delas está prenhe e devido ao ataque estão sujeitas a abortar facilmente”, refere, lamentando mais prejuízos.

Hoje Leonel Madruga recebeu no terreno o veterinário da Câmara Municipal de Abrantes que observou os animais e ainda esta segunda-feira assegura apresentar queixa junto da Guarda Nacional Republicana. “Só depois de apresentada queixa é que podem apanhar os cães”, conclui.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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