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Sábado, Outubro 23, 2021

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Abrantes | Os segredos para o Pego fazer pódio no Orçamento Participativo (c/fotogaleria)

Personificam cada uma das três propostas vencedoras na edição de 2017 do Orçamento Participativo de Abrantes mas, apesar de serem projetos diferentes, representam novas valências que pretendem suprir necessidades e aumentar a qualidade de vida na vivência em espaço público na freguesia do Pego. Os pegachos Ana Poupino, Ana Lília e Isaltina Sousa, e Jorge Correia, que já haviam participado na edição anterior com as mesmas propostas, tomaram o jeito, e de engenho aguçado puseram mãos à obra, tendo como objetivo principal angariar o maior número de votos possível para fazer um “3 em 1”. E assim conquistou o Pego os três primeiros lugares da iniciativa camarária, no seu segundo ano de existência. Conheça os proponentes, a origem das suas propostas ganhadoras e as ideias para o futuro.

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Em primeiro lugar ficou o projeto proposto por Ana Poupino, o Ringue para Todos – Escola EB1 do Pego, que alcançou 391 votos no Orçamento Participativo de Abrantes 2017. Ana é presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação daquela instituição, e mantém ainda ligação ao escutismo, sendo uma presença assídua na escola e, ouvindo regularmente os apelos dos meninos e seus pais, não ficou indiferente.

“A ideia foi minha, que propus na altura à Associação de Pais, e já dura há alguns anos. E já o segundo filho que tenho a frequentar a escola, e o terceiro está a caminho de cá também, e uma das coisas que me chateou sempre um bocadinho, não só a mim mas aos outros pais, é a areia e os meninos não terem outro sítio onde brincar. Especialmente estando eu ligada à Associação de Pais e uma vez que temos as AECs, este ano não é o caso, mas normalmente havia sempre ginástica, e os miúdos não tinham sítio para brincar”, explicou, apontando para o pátio em frente ao edifício e junto à entrada principal.

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“Temos este pátio aqui, temos um pátio interior – que costumo dizer que é um pátio meio exterior, meio interior, porque é aberto no meio – e chove. Antigamente, antes da requalificação da escola, havia aqui umas tabelas de basquete, e podiam jogar voleibol, com as obras deixou de existir e nunca mais foi colocado”, contou, em conversa com o mediotejo.net.

Ana Poupino recordou ainda, confidenciando, que a Associação de Pais já havia estado na Câmara Municipal de Abrantes, confrontando a autarquia pelo facto de terem sido usadas imagens, no boletim informativo municipal, do projeto inicial de requalificação da escola onde constavam tabelas de basquete e um espaço que era inexistente. “Fomos questionar porque metiam isto no papel, quando na realidade não estava. Disseram-nos que era uma maquete, que não remetia para o que iria ser feito”, disse.

Ana Poupino, a proponente do projeto Ringue Para Todos, que visa instalar um ringue há muito querido por alunos e pais na Escola EB1 do Pego. Foto: mediotejo.net

Deste modo, chegou a altura de arregaçar as mangas, submetendo a proposta ao Orçamento Participativo de Abrantes, desde a sua primeira edição, em 2016, pois “se existe para alguma coisa, temos que aproveitar”.

Quanto à divulgação do projeto e ao estímulo à votação na comunidade, Ana contou que este foi “um projeto a 3”, sendo que “as últimas três semanas foram dedicadas somente ao Orçamento Participativo, e claro que houve muito mais gente a trabalhar (…) não estávamos aqui a lutar só por um, mas pelos três”, afirmou Ana.

“Eu, a Daniela Esteves e a Catarina Salgueiro, que andámos na rua, com portáteis, explicando o que era, o que existia, e porque faria sentido votar”, afirmou, adiantando que a preocupação não foi apenas com um projeto singular, mas sim, plural. “Andámos a lutar pelos três projetos, não pedíamos votos para um, ou para outro, dizíamos o que existia, até porque havia a possibilidade de votar em dois projetos”, sublinhou.

Sobre o facto de fazerem uma campanha porta-a-porta, em regime voluntário de serviço à comunidade, a proponente notou que foi uma intervenção necessária, pois “as pessoas, por si, não o fazem”, admitindo que o processo de votação “não é um processo fácil”.

“Se estamos à espera que as pessoas o façam, e muita gente dizia que tentava mas não conseguia… então fomos e ajudámos. O processo de registo foi limado ao longo do tempo, fomo-nos deparando com alguns erros e fomos comunicando à Câmara e eles foram prestáveis, tentaram resolver o problema”, indicou, dando o exemplo pessoal.

“Cheguei a ir à CMA com o portátil e o leitor de cartões, pois não conseguia, e foram cinco estrelas (…) até que, nos últimos dias, o leitor já funcionava de forma automática”, referiu a farmacêutica, que tendo ao dispor o módulo de votação da plataforma com cartão do cidadão, instalou o devido programa no seu pc, e aproveitando o facto de ter um leitor de cartão, depressa fez uso dessa sua vantagem para facilitar o voto porta-a-porta.

Ana assumiu ainda que, após todo o processo, acabou por ganhar afinidade com alguns dos responsáveis da autarquia, que se mostravam disponíveis para esclarecer qualquer dúvida ou solucionar algum problema. “Só lhes tenho a agradecer toda a ajuda ao longo do processo, e posso dizer que acabamos por lhes ganhar alguma empatia, porque falamos tantas vezes ao telefone com as pessoas, que não conhecemos pessoalmente”, terminou.

Quanto ao projeto em si, foi aceite pela maioria da população, segundo a proponente, mas, como tudo na vida, e passando a expressão, não se pode agradar a gregos e a troianos. Houve quem apoiasse de imediato, reconhecendo que seria um projeto para a escola e em prol das crianças.

“Sempre há alguém que acha que não… que o principal objetivo não será fazer uma obra numa escola. Mas temos de compreender que quem não tem filhos nem netos na escola, ou quem não está ativo na escola, ou quem leva os filhos para fora da nossa terra, para outras escolas, não sinta essa necessidade”, justificou, em tom crítico.

Quanto à execução do projeto, a intenção é instalar um ringue, “que contenha tabelas de basquete, balizas, onde possam praticar modalidades, onde possam praticar atividade física que está incluída no currículo deles, e que tenham um espaço que não tenha tanta areia, que possam brincar, e que quando eu vier à escola eles digam «Ana! Já temos as nossas balizas!»”, confessou, rindo-se e recordando os vários pedidos das crianças, que sempre que encontram Ana na escola EB1 do Pego, vinham direito à presidente da APEE e questionavam “quando é que vêm as nossas balizas”.

A associação de pais chegou a adquirir bolas e duas tabelas de basquete, estando afixada uma na lateral e outra disponível junto ao infantário, mas agora trata-se do “concretizar de um sonho. É 3 em 1”.

Quanto à disponibilidade do ringue, estando inserido na comunidade escolar, este “Ringue para todos” destina-se à Escola do Pego, mas pode ser utilizado depois das atividades, fora do horário letivo, tal como a APEE utiliza as instalações para aulas de música. “A escola pode ser utilizada não só para a escola, mas para outras atividades não escolares, desde que não prejudiquem as atividades letivas e tudo fique em condições”, explicou a responsável.

Questionada sobre o futuro, a autora do projeto vencedor rapidamente afirmou que “para o ano pomos outro”, mostrando-se confiante, nomeadamente pela bagagem adquirida nesta edição.

Por outro lado, a segunda proposta vencedora, submetida pela proponente Ana Lília de Sousa, classificou-se em segundo lugar, conquistando 292 votos. Consiste na reabilitação de uma habitação para uma futura Casa Museu na aldeia do Pego, que contenha todos os elementos arquitetónicos, históricos e etnográficos que fazem parte da identidade cultural da aldeia.

Ana Sousa contou com apoio da tia, Isaltina Sousa, que nos recebeu junto à casa selecionada para o projeto devido à ausência da proponente por fazer vida fora da aldeia. Situada na envolvente do Pavilhão da aldeia, e junto à área de lazer, recinto de festas, Junta de freguesia, e ginásio ao ar livre, a habitação encontra-se em avançado estado de degradação, e é adjacente à sede do CAMP, só se conseguindo lá entrar através da portão desta coletividade.

As aspirações para aquela zona são grandes, mas para já, este projeto será o ponto de partida, segundo explicou Isaltina Sousa. “Um grupo de pessoas, há muito tempo que vêm demonstrando vontade em querer ter uma casa típica, aberta ao público, para visitar”, especificou, sublinhando de imediato que “nada tem a ver com o Rancho do Pego, pois há pessoas que estão a identificar esta casa com o rancho, e não tem nada a ver. Isto pretende ser um museu”, frisou, querendo desfazer mitos que se criaram ao longo do período de divulgação e votação na aldeia.

“O Rancho Folclórico tem outros objetivos, quer ter a sua própria sede, mas isto não tem nada a ver. Mas claro que somos mais ligados a essa parte da cultura, temos alguma formação em etnografia, e temos aquele bichinho desde muito pequeninos, caso do Manuel Capucho ou a minha sobrinha Ana, também envolvidos no projeto”, concluiu.

Isaltina Sousa, uma das proponentes, recebeu o mediotejo.net junto à casa degradada que servirá instalação da Casa Típica do Pego, em nome da sobrinha Ana Lília Sousa, responsável pela submissão da proposta na plataforma do Orçamento Participativo abrantino. Foto: mediotejo.net

A ideia é replicar uma casa típica da aldeia do Pego, “um sonho de muita gente”, que os proponentes crêem estar a cair em desuso. As casas tipicamente pegachas são “baixas, com cimalhas, com os frisos trabalhados, com uma arquitetura muito própria, com as cantareiras, com os nichos, os poiais” (que Isaltina explicou dizer-se ‘peais’ na aldeia). Depois destes elementos, deverá incorporar “uma casa de fora, e ainda quartinhos pequeninos”.

“O Pego tem muita coisa, e as pessoas estão a começar a deitar fora porque acham que é velho, que não presta”, o que torna a execução desta casa museu ainda mais pertinente, pela ligação a atividades económicas, na área da agricultura, do artesanato, entre outros.

Isaltina vai mais longe, e reconhece que talvez fizesse sentido existir ali uma mostra de artesãos, que laborassem ao vivo, desde o sapateiro, alguém a empalhar cadeiras e cestos e cestas, “se houvesse alguém que trabalhasse nestas coisas, que estivesse dentro do museu a fazer esse trabalho, seria ótimo”.

Aludindo ao período de votação, a responsável referiu que “não é fácil votar no Pego, tivemos muita dificuldade em votar”, reconhecendo o trabalho das três pessoas, Ana Poupino, Daniela Esteves e Catarina Salgueiro, que andaram porta a porta, estimulando novas votações.

“Nós íamos aos cafés e tentávamos pôr a malta mais nova a votar, só alguns conseguiram, outros receberam os códigos mais tarde”, notou.

Esta proposta, tal como as restantes, havia sido submetida na primeira ediçãó do OP de Abrantes, mas afirmou Isaltina que foi dada pouca importância e descurou-se a divulgação. “Pensámos que fosse mais fácil a votação, e quando começámos a votar, guardámos para a última hora, e nada entrava”, admitiu, afirmando que o segredo está em fazer a votação porta a porta. “Com o falhanço do primeiro, aprendemos. Aprende-se sempre”, disse, frisando tratar-se de “ótimos projetos”.

Saber quem são, de onde vêm, são estas algumas das diretrizes seguidas por este projeto, que Isaltina e Ana Sousa, e os demais envolvidos, entenderam ser essencial preservar quanto à identidade cultural do Pego, deixando uma memória coletiva para o futuro.

A faixa etária mais jovem está dividida, mas ambas as partes equilibram-se, no que toca ao interesse pela cultura e tradição do Pego, e isso deixa Isaltina esperançosa quanto à manutenção e dinamização do espaço no futuro. “Há das duas partes, os que não se interessam muito e os que querem saber mais, equilibram-se. No meu caso, se pedir ajuda, e se tentar ensinar, normalmente ouvem. Transmitindo o pouco que sei, normalmente ouvem e interessam-se em saber”, assumiu.

Casa degradada que irá ser restaurada e transformada em Casa Museu, tipicamente pegacha. Foto DR

Por fim, atravessando a educação e o futuro, passando pela preservação da identidade cultural e histórica do passado na aldeia, eis que se chega à atualidade e às tendências quanto ao lazer, manutenção da qualidade de vida e bem-estar.

Jorge Correia, muito ligado à prática desportiva, decidiu também na estreia do OP submeter a proposta para a criação de um circuito de manutenção com zona de lazer no Pego. Com um orçamento de cerca de 80 mil euros, com espaço já identificado, bem como o proprietário do mesmo com possibilidade de venda à Junta de freguesia, e contando com ajuda de Manuel Capucho, arquiteto natural do Pego, idealizou e afinou a planta do projeto que desde 2016 sonhava implementar na freguesia. Este ano, com 204 votos, conseguiu que fosse o terceiro mais votado e que se tornasse uma realidade.

“Há muitos anos que vou correr para inúmeros sítios, e vejo as entradas de certas localidades, que convidam a parar nessas terras, e julgo que no Pego falta qualquer coisa do género. E lembrei-me disto, como também estava aqui o campo da bola, pensei de imediato num circuito de manutenção, em 2016, e ao juntar uma zona de lazer, tentar colocar umas mesas que possibilitem as pessoas que passam em viagem e possam parar e usufruir”, explicou.

Jorge Correia, autor da proposta que ficou em 3º lugar no pódio do OP 2017, no espaço que propôs para instalação do circuito de manutenção com zona de lazer. Foto: mediotejo.net

Jorge Correia recordou que na zona central, o antigo jardim era convidativo por se poder parar à beira da estrada, e com sombra das árvores. “Da forma que está não é muito convidativo a parar. E neste local, é um sítio bom, porque tem estacionamento na envolvente, e se estiver identificado, as pessoas movimentam-se aqui à vontade”, justificou, idealizando a instalação do projeto naquele espaço, junto ao campo de futebol do Pego, contíguo à EN118.

A ideia é incluir ainda, virado para a estrada nacional, um conjunto de letras em pedra mármore, “com blocos grandes, a dizer “Pego”, iluminado, e acho que fica engraçado”, explicou, que se situará junto ao circuito de manutenção, que entende ser “algo útil” tanto à população como aos jogadores do clube de futebol local.

“O Pego já tem umas máquinas, junto à rotunda, à entrada do recinto de festas. Já se vai vendo esta tendência pelas terriolas, passo ali todos os dias a correr, e já se vê muita gente a usufruir. Há muita gente que tem é vergonha de ir, porque a pessoa com alguma idade fica acanhada, e também se acomoda”, disse.

Mas o proponente acredita que “se for uma, e outra, e outra, as pessoas puxam umas pelas outras”, notando que já se vê no espaço de ginásio ao ar livre “um lote de cerca de dez mulheres, com cerca de 70 anos, que vai fazer exercício nas máquinas”.

Naquele espaço também poderão ser colocadas mesas, “talvez em cimento, e talvez um grelhador, com uma torneira com água, aproveitando as árvores no local, nomeadamente um sobreiro, como sombra”.

A zona superior do terreno seria aproveitada para inserir o circuito de manutenção com cerca de 10 aparelhos distribuídos, dependendo da distância que se determine na próxima fase, sendo que seria idealmente feita uma pista à volta.

Aguardando novidades sobre o projeto, e expectante quanto ao desenvolvimento do processo, Jorge Correia assume que vai manter-se atualizado ao máximo, e apreciar de perto toda a instalação.

Outros projetos, mais arrojados, são vontade pessoal do proponente, que, se tivesse dinheiro para investir, faria uma ciclovia desde a vila até à Central Termoelétrica. “Tenho uma ideia de fazer um circuito até à Central, à beira da estrada, também para bicicleta. Mas… isso sou eu que tenho uma ideia. Não é impossível, porque se tivesse muito dinheiro, fazia-o. Tanto de um lado como de outro, dava para fazer”, deu a entender, entre risos.

O proponente, questionado sobre a votação, apontou a mesma dificuldade que Isaltina havia dito existir. “Já o ano passado tive dificuldades. Até julho a votação é fácil, a partir de julho, é muito complicada. A inscrição é difícil, em agosto já não consegui”, notou Jorge Correia, referindo que há dificuldade em receber o código de ativação do registo, e que isso interfere na vontade de votar.

Planta exemplificativa do circuito de manutenção e zona de lazer proposto por Jorge Correia, com apoio do arquiteto Manuel Capucho. Foto: DR

“Devia existir uma maneira simples de votar, com registo mais fácil. Uma pessoa com 70 ou 80 anos é capaz de registar-se no computador? Quem fez isto, pensou bem, mas não foi para todas as pessoas. Nem os jovens com 18/19 anos se interessam”, referiu.

“Se não forem os autores do projeto, a andar porta a porta, ou a transmitir a colegas ou vizinhos para irem votar, e para irem ver, não é possível”, assumiu, recordando que em 2016 o desconhecimento da previsão sobre como se fazia a votação e como tudo se processava levou a resultados piores para estas propostas.

Para Jorge Correia “este é um instrumento que deve durar muitos anos, para se tentar satisfazer todas as freguesias do concelho, e isso parece ser mais fácil de atingir existindo em todas as freguesias projetos de baixo valor, mediante o valor total disponível, talvez chegue para todas”, terminou.

Os pegachos ganham assim três novas valências, na segunda edição do Orçamento Participativo, um instrumento colocado ao dispor da comunidade pelo Município de Abrantes para propor iniciativas/projetos a implementar em espaço público, após período de votação que leva à sua seleção final, não só nas suas aldeias em específico, como nas freguesias ou concelho em geral, o Pego fez cheque-mate, optando por uma estratégia de união em torno de três ideias, permitindo assim que o espírito coletivo imperasse e levasse a bom porto a votação.

Ambos os proponentes consideram que os orçamentos foram “humildes”, o que permitiu que o todo, de 350 mil euros, fosse distribuído pelas três ideias, sobrando 160 mil euros de saldo, distribuídas pelas propostas colocadas em 6º, 7º, 8º, 15º lugar, com menores valores associados.

A primeira proposta está orçada em 30 mil euros, enquanto a Casa típica representa um projeto de 80 mil euros, o mesmo valor atribuído ao circuito de manutenção com zona de lazer.

Mas o verdadeiro truque, esse, parece ter sido a determinação e a força de vontade óbvias dos seus proponentes, mas também da maioria da comunidade, que trouxe aquelas que foram as propostas de 2016 ao pódio de 2017.

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Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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