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Abrantes | Obras do novo cemitério de Alvega arrancam esta quarta-feira

O cemitério de Alvega precisa de crescer pela terceira vez e agora vai ter um novo espaço com capacidade para 250 sepulturas. As obras para a construção do novo cemitério de Alvega iniciam-se esta quarta-feira, 13 de maio, naquela que será a primeira fase da obra de ampliação com o objetivo de resolver a longo prazo os problemas de lotação no atual.

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Nesta primeira fase a obra incluirá “a terraplanagem do terreno, a demolição do muro do cemitério atual que faz ligação ao futuro cemitério e depois iniciar as fundações”, disse ao mediotejo.net o presidente da União de Freguesias de Alvega e Concavada, José Felício.

Quanto ao investimento total explica não ser possível contabilizar, no momento, o montante de uma obra da responsabilidade da Junta de Freguesia, e que conta “com o apoio da Câmara Municipal, nomeadamente nas máquinas e na compra do terreno. A Câmara apoiou com 15 mil euros, mas a Junta gastou 25 mil euros na compra”, justifica.

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Para iniciar o projeto a Junta solicitou “um orçamento para a construção do muro, porque o muro exterior está em risco de ruir. Mas não sabemos qual será o custo total”, disse o autarca.

Segundo José Felício trata-se de uma obra “necessária” para a Freguesia uma vez que o cemitério antigo, bem como a sua ampliação, “já se encontram lotados” por isso é prioritário colocar “o primeiro talhão a funcionar” enquanto os arranjos finais “serão realizados a pouco e pouco, conforme a verba disponível”, explica.

O novo cemitério terá capacidade para cerca de 250 sepulturas.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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