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Sábado, Junho 19, 2021

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Abrantes | O pensamento ético-político de Maria de Lourdes Pintasilgo na Biblioteca Municipal

Para assinalar o Dia Internacional da Mulher, o livro “O pensamento ético-político de Maria de Lourdes Pintasilgo: diálogos com Martin Heidegger e Hans Jonas”, de Marília Rosado Carrilho, é apresentado esta segunda-feira, dia 09 de março, às 18h00, na Biblioteca Municipal António Botto, com entrada livre, numa organização da Câmara Municipal de Abrantes.

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O presidente da Câmara, Manuel Jorge Valamatos, fará a abertura da sessão, seguindo-se uma breve apresentação do Prémio Municipal Maria de Lourdes Pintasilgo, cujo início do procedimento para a criação do regulamento foi aprovado, no dia 03 de março, em reunião de câmara.

O Prémio destina-se a distinguir entidades públicas e/ou privadas com boas práticas na integração da dimensão da Igualdade de Género e Cidadania, quer na sua organização ou funcionamento, quer nas atividades por si desenvolvidas. Haverá depois um debate com a participação de Marília Rosado Carrilho, Paula Valamatos Reis, Rosária Campos e Henriqueta Garrancho, moderado por Celeste Simão, vereadora da Ação Social.

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Resultado de uma adaptação da tese de doutoramento em Filosofia da autora apresentada à Universidade de Évora, em 2015, o livro apresenta as grandes teses de Maria de Lourdes Pintasilgo, assumindo a filosofia como fundamento estruturante da governação e da ação cívica. O seu lema “cuidar o futuro” estrutura-se nos conceitos de cuidado (de Martin Heidegger) e responsabilidade futura (de Hans Jonas).

Nascida em Abrantes em 18 de janeiro de 1930, figura incontornável do panorama cultural, social e político português, Maria de Lourdes Pintasilgo foi a única mulher que desempenhou o cargo de primeira-ministra em Portugal, tendo chefiado o V Governo Constitucional, em funções de julho de 1979 a janeiro de 1980. Foi também a primeira mulher a candidatar-se à Presidência da República.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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