Abrantes | O lufa-lufa do voluntariado para controlo de colónias de gatos de rua

Foto: mediotejo.net

Quantos de nós passeamos pelo centro histórico das cidades, e nos deparamos com a figura exuberante e ao mesmo tempo serena de um gato, que repousa ao sol num muro ou à porta de uma casa, debaixo de um carro ou até mesmo na calçada? Ou que se atravessa na nossa frente, fugidio e apressado até ao seu esconderijo, com ar desconfiado. Ou então a deliciar-se num belo repasto de sobras de comida deixadas em caixas de plástico ou taças velhas, algures num recanto. Por muita compaixão que se tenha e que se goste de animais, a lei é clara e há situações que não permite. E contribuir para a permanência sem condições de salubridade e de segurança bem como proliferação desenfreada de animais na via pública é uma delas. Tal pode representar um grave problema de saúde, para os animais e para os humanos, e em casos extremos atentar contra a saúde pública.

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É neste âmbito que voluntários se dedicam, horas a fio, pondo em prática a técnica de CED (capturar-esterilizar-devolver) para identificar colónias e exercer controlo de população, bem como a procura de adotantes de animais errantes, no sentido de evitar uma bola de neve à qual ninguém, inclusive entidades competentes, tem forma de responder.

O mediotejo.net foi conhecer o modo de atuação, o espírito de missão e os desafios que se colocam aos voluntários da causa animal, numa altura em que já não basta ter carinho pelos cães e gatos, especialmente os errantes. Há que atuar de acordo com o protocolo e a lei, tendo como premissa o bem-estar do animal e o seu contexto.

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Encontramo-nos com Filipa, em Alferrarede. É uma das mentoras do movimento “Gatinhos de Alferrarede”, juntamente com outra voluntária que prefere optar pelo anonimato. Há reticência no contacto e presença do jornal perto das colónias, uma vez que temem atrair atenções de quem ali vá deixar – leia-se abandonar – gatos adultos ou crias, na certeza de que alguém os irá cuidar. Costuma acontecer com facilidade.

“Houve uma altura em que aqui vínhamos com maior frequência, e quando decidíamos marcar uma hora para limpar a área envolvente, assim que chegávamos ao local tínhamos um gato novo na colónia. E isto acontecia todas as semanas. Começámos a tentar fazer o trabalho mais discretamente, porque tememos não ter mãos a medir para a quantidade de animais que aqui vão aparecendo e que não pertencem às colónias que cuidamos”, admite Filipa.

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Foto: mediotejo.net

Uma ‘cat lover’ assumida, faz-se acompanhar da pequena Rafaela, sua filha, que também já participa nas lides da causa animal. Os gatos assilvestrados que nos olham desconfiados pela primeira vez e medem os nossos passos a medo, aproximam-se da criança e da mãe a pedir mimo e atenção. A dose de comida já foi deixada, bem como o abeberamento.

Surge uma gata tricolor, a Princesa, e diz-nos Filipa que já está esterilizada. Vê-se chegar mais dois gatos séniores, um amarelo e outro tigrado, que ficam ao longe. São “os pais de todos”, que ali permanecem desde a identificação da colónia e início da missão de Filipa: alimentar, cuidar e esterilizar gatos de rua para reduzir o número de animais que por ali deambulavam até ficarem moribundos.

Desde pequenina que gosta de gatos. Evidência é o episódio em que trouxe para casa um gatinho bebé, muito ranhoso e a necessitar de cuidados. Imagem a que a sua avó não ficou indiferente, e por isso lhe recorda essa memória muitas vezes. “A minha avó conta que eu não parava de lhe dar beijinhos”, lembra.

Mas daí, começou a surgir a sensibilidade para respeitar e auxiliar animais de rua, e a certa altura adotou uma gata contra vontade da mãe. “Só não gosta de gatos quem não os tem. E neste momento tem três, duas resgatadas da rua. Uma é persa, deixada aqui na Rua do Comércio. Tinha um quilo quando a recolhi e estava grávida. Super meiguinha”, frisa, questionando como alguém consegue livrar-se de um animal, e ciente de que já nem a raça ou o facto de o terem comprado serve de garantia para uma casa, uma família e vida feliz do animal.

Foto: Gatinhos de Alferrarede

“A minha mãe também sempre foi muito amiga dos animais, e pertenceu à comunidade PetNet. Vem cá regularmente de férias, e foi ela que, a certa altura me despertou para o facto de existirem muitos gatos junto à Estação. E disse que devíamos tentar esterilizá-los. Foi assim que começou a missão em prol dos Gatinhos de Alferrarede”, conta, recordando o ano 2015, quando oficializou este movimento da sociedade civil, voluntário e que não quer ser associação.

São apenas amantes de animais, cidadãs informadas e cuidadoras responsáveis pelos gatos que apadrinharam, não negando ajuda a outras pessoas que precisem de auxílio neste âmbito.

O trabalho enquanto cuidadora passa muito pela promoção de adoção das crias existentes e dos gatos que efetivamente são mais dóceis e se adaptam à vida dentro de quatro paredes, coisa que não acontece com os animais de colónia, que têm rotinas no seu habitat e preferem a liberdade.

O grupo tem uma página no Facebook, e é ali que surgem as dezenas e dezenas de fotografias e descrições acerca de cada gato, pedidos de ajuda e de donativos, medicamentos, alimentação e suplementos, ou doações financeiras que ajudem a aliviar a conta das clínicas veterinárias. A última conta ronda 1400 euros, com internamento de animais recolhidos, esterilizações e tratamentos.

Foto: mediotejo.net

Estando as colónias controladas em Alferrarede com a maioria dos gatos esterilizados, começa a ser natural o apoio a casos externos, com cuidadores que começam a pedir ajuda para alimentar os gatos, administrar medicamentos e concluir acompanhamento de recobro pós-cirurgia.

“Temos apoio de várias pessoas, que nos vão doando ração, que contribuem para iniciativas de apoio, caso de uma loja que coloca peças à venda e todo o dinheiro reverte para fazer face às despesas e necessidades”, indica, dando conta de múltiplas iniciativas como rifas, mealheiros solidários em cafés, beneficência de algumas empresas locais, pessoas individuais que já conhecem o trabalho realizado e que canalizam para o grupo tudo o que podem, incluindo mantas, ração, patês…

“Isto daria para ser um trabalho a tempo inteiro. Mas nós temos vida, família, e por isso é muito difícil. Prejudicamos muitas vezes a nossa vida pessoal para nos dedicarmos a estes animais. E por isso é importante existirem mais ajudas, mais apoios, e pessoas que adotem de forma consciente. Nós temos regras que têm de ser cumpridas para adoção de um gato. Segue com chip e acompanhamos o processo de perto. De outro modo, nada feito!”, afiança Filipa.

Mas nem tudo é um mar de rosas, e faltam muitas vezes pessoas e meios financeiros para fazer frente aos custos da causa animal. Custos que, enquanto voluntariado, fazem mossa na vida pessoal de quem se esforça para cumprir com a missão. Faltam as FAT (famílias de acolhimento temporário), que são poucas para a quantidade de animais que vão sendo tratados e recolhidos. Mas o caminho faz-se caminhando.

“Os Patudos Solidários”: uma associação em prol da causa animal e que quer marcar a diferença no terreno e na sensibilização em Abrantes, Constância e Sardoal

Foi legalmente constituída a 24 de junho de 2019, tendo começado com 9 membros. Foi Diana Serrano, empresária local com uma loja de animais em Abrantes e voluntária da causa animal, juntamente com Ana Paula Mendes e Ana Rodrigues que na altura testemunharam a constituição formal.

Hoje, existem 40 sócios, entre membros e associados, um caminho que vai sendo feito dia após dia, com alguma calma. A associação quer fazer a diferença nos concelhos de área de abrangência do canil intermunicipal, e como tal, já reuniu com as autarquias locais disponibilizando os seus préstimos para atuar numa estratégia concertada.

Esta associação já trabalha em parceria com cuidadores de colónias de gatos de rua, pessoas que acolheram animais e FAT que apoiam durante recobros e tratamentos. A associação já apoia também a “Gatinhos de Alferrarede”, promovendo esterilização e cedendo meios para melhorar as respostas em torno do objetivo comum: ajudar animais de rua.

Foto: mediotejo.net

Não quer ser associação detentora/gestora de abrigos, mas sim intermediária e responsável por ações concretas no terreno. A sede é em Abrantes, e para já foi cedida uma casa velha que está a servir como armazém, por uma senhora que se sensibilizou para o espírito da associação. Mas o edifício necessita de obras urgentes em algumas partes e o objetivo passa por conseguir apoios para restaurar e estabilizar a casa, permitindo ali colocar os gatos em recobro e trabalhar.

Enquanto a casa não estiver minimamente requalificada, os animais que estiverem capturados para intervenção cirúrgica ou recobro, vão ter de ficar em jaulas ou transportadoras numa das salas do espaço de Diana e nas casas dos membros da associação.

Quanto ao espaço da empresa, Diana diz que se trata apenas “de um empréstimo provisório até encontrar solução melhor”. Ainda assim, diz ser com todo o gosto que aproveita para divulgar animais para adoção, promover a causa e incentivar novos sócios no atendimento do seu negócio.

A associação já tem uma parceria com uma veterinária que presta apoio e faz atendimento aos sócios com descontos especiais. Assinou também recentemente um protocolo com a ESTA/Instituto Politécnico de Tomar no sentido de incentivar os alunos ao voluntariado animal durante o ensino superior.

A pandemia de covid-19 veio empatar os planos, uma vez que era objetivo estar junto das restantes escolas, dos lares de idosos e das empresas, no sentido de alertar e sensibilizar para a nova legislação em vigor para os proprietários de animais de companhia, mas também estimular o maior envolvimento na causa, junto de animais errantes que aparecem quando menos se espera, como atuar ao encontrar um animal que parece perdido e o que fazer se se verificar um atropelamento de um animal na via pública.

Foto: mediotejo.net

“Tudo isto são questões que a lei veio impor nos últimos anos, e que são agora mais complexas, têm regras. Não podemos simplesmente tirar um animal da rua, existem protocolos que temos de seguir. Um animal atropelado não pode ser simplesmente resgatado, há que informar as autoridades, verificar se tem chip, é caso de investigação. Já para não falar no abandono e nos maus-tratos que agora são crime e puníveis por lei”, afirma.

Diana diz que “inicialmente a ideia estava mais voltada para atuar na sensibilização para a causa. Fizemos ainda bastantes “cãominhadas” para atrair pessoas ao movimento e para nos darmos a conhecer, e em dezembro do ano passado iniciámos os apoios à esterilização de colónias de gatos de rua”, conta Diana, enquanto trata da medicação para administrar num dos gatos pequenos, amarelo tigrado, que tem à sua guarda e que luta para vencer múltiplos vírus que incubou na rua e acabou por demonstrar sintomas após a captura.

No caso de Abrantes, não só na cidade mas também em aldeias, tem-se verificado a existência de colónias de gatos assilvestrados descontroladas. Foi esse o ponto de partida da associação, começar por tentar que os habituais cuidadores identificassem as colónias que alimentavam, permitindo atuar com o regime de CED (Capturar-Esterilizar-Devolver).

Depois de alguma pesquisa, foram encontradas clínicas veterinárias especializadas na esterilização de animais de rua, e que são sensíveis ao facto de estes animais não aguentaram muito tempo fechados para fazer um recobro mais lento.

Foto: mediotejo.net

“Levamos cerca de 15 gatos a Torres Vedras ou a Vila Nova de Poiares, e fazem-nos as cirurgias a baixo custo. Os gatos vêm medicados e preparados para serem devolvidos ao seu habitat, não precisando de ficar cativos numa transportadora ou jaula. Uma vez que com o stress, acabariam por abrir suturas, magoar-se e não deixar que os alimentássemos ou administrássemos medicamentos. Não é o ideal, mas é preferível”, explica.

Por outro lado, o processo que já levou dezenas e dezenas de gatos, adultos e jovens, a esterilizar para regressarem às colónias, não é coisa simples.

“Precisamos muito da ajuda dos cuidadores habituais, as pessoas que os animais estão acostumados a ver. Na nossa presença, como somos estranhos, não é fácil encontrar todos os gatos da colónia. Há uma colónia aqui, perto dos Correios, onde não consegui encontrar um único gato quando me desloquei lá. Têm que ser os cuidadores a colaborar connosco”, assegura.

O processo é moroso, uma vez que sendo animais relativamente independentes, silvestres e desconfiados por natureza da presença humana que lhes for estranha, torna obrigatória a colocação de armadilhas. Tem sido com elas que a associação local tem conseguido capturar os animais, pelo menos a sua maioria. A estratégia pode ser falível, havendo gatos mais espertos e que não se deixam apanhar.

O ideal é, tendo em conta a deslocação de cerca de 500 km, com partida às 6h30 e chegada a Abrantes pelas 22h30, ter os animais capturados até ao dia anterior, garantindo que seguem todos com identificação e ficha preenchida da identificação da colónia em causa para não existirem falhas ou trocas. Seguem no dia seguinte e, não havendo complicações, regressam no mesmo dia.

Mas se por um lado é importante reconhecer o trabalho de um cuidador de colónia, este tem de ser bem feito e com regras, sem invasão de propriedade ou de via pública, estimulando a presença saudável dos animais nos lugares onde circulam, acontece que nem sempre o apoio da associação é visto com bons olhos.

Foto: mediotejo.net

A “Patudos Solidários” tem sido chamada a atuar em alguns casos, um deles em Vale das Mós, a que não consegue ser indiferente. O caso envolve uma pessoa que não tem capacidade de resposta ao (des)controlo da colónia que ali foi alimentando (e provavelmente sem se aperceber criando) e que representam uma situação que se encontra no limiar do acumulador.

“A mentalidade das pessoas ainda não é a ideal. E isso está a levar à proliferação de colónias, de forma desenfreada, gerando queixas na vizinhança por invasão dos animais às suas propriedades, por estragos e prejuízos nos terrenos agrícolas, em carros, por dejetos e sujidade nas ruas, e tudo isto se agrava com a rápida reprodução. Chegamos a ter colónias com 10 a 20 gatos, onde a maioria de gatas capturadas vinham prenhes, além de doentes”, explica.

Acontece que, de ninhadas retiradas das ruas e como os progenitores são portadores de doenças e vírus altamente contagiosos entre a espécie por permanecerem em contacto sem qualquer cuidado, adquirem FIV e FeLV (leucemia felina) que afetam o sistema imunitário dos gatos e facilmente os tornam portadores de parasitas e viroses, calicivírus, coriza, entre outros. Na convivência, acabam por também as novas ninhadas ser infetadas.

“Ultimamente, nas colónias onde temos atuado, temos verificado a existência de vírus altamente mortais. Pensamos que tal se deve a questões de cruzamentos genéticos, porque ao não estarem esterilizados, os gatos continuam sempre a reproduzir-se ninhada após ninhada, provocam brigas na altura do cio, e é nessas alturas do contacto, de resposta ao instinto, que através de trocas de saliva ou sangue se gera a incubação de inúmeros vírus e parasitas que se alojam. Como são animais em estados de saúde muito complexos, mal nutridos e alimentados no caso das colónias descontroladas, não é fácil recuperá-los. Ultimamente de ninhadas de 4 a 6 gatos, sobra um ou nenhum. Ontem morreu o irmão deste amarelinho”, lamenta Diana, de semblante pesado, ainda que tenha noção que a causa também implica situações mal-sucedidas e alheias ao esforço e tentativa de cuidado. Às vezes chega-se tarde demais.

Ao contrário dos cães, que têm um comportamento diferente e onde, na opinião da voluntária, mais facilmente se consegue atuar na sua recolha ou captura, procurando eles próprios alimento ou proximidade aos humanos, os gatos desenvolvem o seu modo de vida, donos do seu espaço e audazes o suficiente para invadir propriedades e procurar alimento ao longo da vida, conseguindo ainda esconder-se para não serem encontrados. Casos em que assim não acontece, e em que se deixam capturar facilmente, significam doenças graves, dor e sofrimento, situações sem salvação, onde a solução acaba por passar pela eutanásia.

Foto: mediotejo.net

Em Abrantes diz que a associação não tem tido conhecimento de matilhas de cães assilvestrados e que a situação tem sido relativamente bem conduzida pelo Canil intermunicipal. Reconhece que muito poderia ser feito e melhorado, mas tem esperança que as coisas caminhem no rumo certo.

“Foi alvo de obras, tem melhores condições e funcionários a cuidar dos animais do abrigo. Ainda assim, está lotado, mas tem-se verificado um maior número de adoções de canídeos e maior comunicação com a comunidade. No caso dos gatos, torna-se insustentável. Apesar de já ter sido construído um espaço de gatil, que não existia e nunca foi utilizado, este só tem capacidade para 20 gatos. Se a autarquia recolhesse gatos de determinada colónia, rapidamente enchia o espaço”, constata.

Daí que a solução seja esta: “esterilizar e trabalhar em rede com os cuidadores, dar informação e apoio, e construir espaços comunitários, na rua, com comedouros/bebedouros uniformes em todas as colónias identificadas, garantindo a monitorização das mesmas. Isso é possível, tem é de haver vontade e teria de envolver igualmente os funcionários de limpeza das ruas, que teriam de respeitar os espaços onde os gatos se alimentam e dormem, não deitando fora as taças e abeberamento”, garante.

Ao final da manhã de sábado, acompanhamos Diana até ao centro histórico, perto de um afamado restaurante típico, para devolver “Smurf”, gato portentoso, de pelagem branca e dourada, olhos azulados, da cor do mar. Desengane-se quem teve vontade de o acariciar, pois estava agressivo e nada feliz por estar fechado numa transportadora. Mas rodava a cabeça, observando e reconhecendo o sítio onde chegava.

“Já está esterilizado e medicado, vamos devolvê-lo onde o costumam alimentar. Conseguimos convencer a cuidadora da colónia a que ele pertence a identificar os gatos e assim ajudou-nos a esterilizar mais rapidamente. A cuidadora também já se voluntaria e ajuda a associação, e é assim que as coisas fluem. Vamos tentando dentro das possibilidades mudar o que está mal. Mas ainda temos uma longa jornada pela frente. E queremos muito avançar com novas iniciativas no futuro”, explica Diana Serrano.

Foto: mediotejo.net

Em termos financeiros, a pandemia veio impedir a realização dos bancos alimentares e recolhas solidárias para animais nos supermercados, dada a exigência colocada à realização dos mesmos. Mas isso não pode ser impedimento para a solidariedade que as associações e movimento de apoio à causa animal tanto necessitam para sobreviver e desenvolver a sua atividade normal.

Existem diversos pontos de recolha no centro histórico de Abrantes e a presença nas redes sociais também facilita o contacto para agendar a entrega de tudo o que possam doar, para pedidos de ajuda ou de informação.

“Tudo é bem-vindo, a mais pequena ajuda monetária ou em géneros, desde cobertores e mantas, resguardos, medicamentos que já não sirvam e muitos são usados nos animais, alimentação seca ou húmida, transportadoras e jaulas, armadilhas,… Somos gratas a todas as pessoas que nos conseguem ajudar com o pouco que têm”, agradece.

Tanto os Gatinhos de Alferrarede, como a Associação Patudos Solidários estão recetivas a pessoas que queiram dispor do seu tempo para trabalhar voluntariamente, e por isso, no Dia do Animal que hoje se celebra, dia 4 de outubro, o apelo comum é de que o amor aos animais possa incentivar e libertar mãos que ajudem das mais diversas formas, mas que acima de tudo, estimulem olhos que não fiquem indiferentes a uma causa que é de todos.

Se quiser ser solidário, tornar-se voluntário, adotar um amigo para a vida e/ou apadrinhar alguma destas causas, deve contactar:

Gatinhos de Alferrarede
Email: gatinhosdealferrarede@gmail.com

Facebook: https://www.facebook.com/gatinhosdealferrarede

Ponto de recolha: Linestore (Abrantes)

Associação de Proteção Animal – Os Patudos Solidários

Facebook: https://www.facebook.com/ospatudossolidarios

Contacto: 969 849 458

Pontos de recolha: Spa do Pet (Abrantes), Supermercado de Constância, Drogaria Nova (Abrantes), Val Casa de Comeres (Abrantes) ou junto de membros da associação

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