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Domingo, Julho 25, 2021

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Abrantes | O Fado de Cuca Roseta chega na noite de sexta-feira

Cuca Roseta, a fadista que na biografia do site oficial assume ter nascido para o Fado vem comprová-lo no palco do Cineteatro S. Pedro esta sexta-feira, dia 25. O concerto inclui temas da carreira iniciada aos 18 anos e cujo capítulo mais recente é o lançamento do terceiro álbum, “Riû”, em 2015.

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O Cineteatro S. Pedro prepara-se para receber o fado de Cuca Roseta na noite desta sexta-feira. A fadista partilha os temas que marcaram a carreira iniciada aos 18 anos de idade e que, com o tempo, lhe provou ter nascido para cantar o estilo musical declarado pela UNESCO como Património Imaterial da Humanidade em 2011.

A música erudita com que cresceu no seio familiar e os sons pop dos Toranja, de Tiago Bettencourt, tiveram influência na cantora, mas não com a mesma intensidade com que descobriu a música que imortalizou Amália Rodrigues numa casa de fados e que mais tarde interpretaria para Bento XVI na visita do Papa a Portugal.

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O percurso foi sendo trilhado através de acasos e encontros com Carlos Zel, João Braga e Mário Pacheco, proprietário do Clube de Fado onde foi convidada para participar no filme “Fados”, de Carlos Saura, e descoberta pelo Gustavo Santaolalla, vencedor de vários Óscares e Grammy Awards.

Com este produtor argentino chegou o primeiro álbum “Cuca Roseta”, em 2011, ao qual se seguiram “Raiz” (2013) e “Riû” (2015), com produção de Mário Barreiros e Nelson Motta, respetivamente. Pelo meio formou-se em Psicologia e participou em concursos e programas televisivos.

Abrantes recebe, a partir das 21h30, os temas que marcaram o percurso da fadista que diz ter nascido para o Fado e ao qual já dedicou quase metade dos 35 anos de vida, que celebrará no próximo dia 2 de dezembro.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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