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Terça-feira, Agosto 3, 2021

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Abrantes: Núcleo dos Combatentes assinala 98º aniversário de La Lys

O Núcleo de Abrantes da Liga dos Combatentes assinalou hoje o Dia do Combatente – 98.º Aniversário da Batalha de La Lys, evocando a Memória dos Militares do concelho de Abrantes e de Portugal, junto ao monumento aos Mortos pela Pátria, junto ao Monumento dos Combatentes da Grande Guerra (Praça da República).

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A cerimónia incluiu a prestação das Honras Militares por um Pelotão do NP/RAME a todos os ex-combatentes mortos ao serviço da Pátria e Deposição de uma Coroa de Flores e uma alocução proferida pelo Presidente da Direção do Núcleo, Sérgio Augusto de Matos.

NUCLEO2“É uma honra e uma satisfação enorme poder presidir a este momento tendo em conta que Abrantes teve uma grande representatividade de participação no Ultramar e na I Guerra Mundial. Foram 36 os abrantinos que tombaram ao serviço da Pátria”, destacou Sérgio de Matos.

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Aquele responsável frisou ainda a importância do momento, tendo considerado ser uma “passagem de testemunho histórico, transmissão às gerações vindouras, e honrar aquele que foi a prestação dos militares portugueses”.

NUCLEO3Vitorino Bento dos Santos, presidente cessante do Núcleo de Abrantes da Liga dos Combatentes, destacou, por sua vez, a importância do momento tendo referido que o Núcleo de Abrantes “cumpriu uma vez mais a defesa dos valores das Forças Armadas e da História de Portugal”.

A cerimónia integrou este ano os estudantes da cidade, nomeadamente dos Agrupamentos 1 e 2 de Escolas de Abrantes, e estudantes da Escola Profissional de Desenvolvimento Rural (EPDRA), Escola Superior de Tecnologia de Abrantes e Instituto Politécnico de Tomar (ESTA/IPT), em momento que decorreu já no auditório da Santa Casa da Misericórdia de Abrantes.

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A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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