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Sábado, Outubro 23, 2021

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Abrantes | Novo Plano de Desenvolvimento Social 2017-2020 pretende ser ‘bíblia’ das instituições do concelho

O novo Plano de Desenvolvimento Social, que pretende ser instrumento estratégico a pôr em prática até 2020, foi aprovado a 14 de fevereiro em reunião do Conselho Local de Ação Social, informou a vereadora com o pelouro da Ação Social, Celeste Simão. Este pretende ser uma “bíblia social” para o concelho, segundo a autarca, permitindo “agregar toda a matéria de intervenção social do concelho” com este documento orientador da ação.

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O PDS, como agora é apresentado, ainda não havia sido feito no concelho. Segundo a vereadora o PDS que existia remontava a cerca do ano 2000.“Tínhamos diagnóstico social, que já tinha sido atualizado nestes últimos 7 anos, desde que cá estou. Este diagnóstico social foi aprovado em julho de 2016 e veio aqui [reunião de executivo] para conhecimento”, referiu.

“A partir do diagnóstico social e segundo diz a legislação, quem elabora o PDS é o núcleo executivo da Rede Social, que depois sob proposta é remetido ao Conselho Local de Ação Social (CLAS) e aí é aprovado”, contextualizou Celeste Simão.

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Nesta medida, o PDS 2017 até 2020, pretende ser um instrumento estratégico, sem atividades concretas. Define uma linha condutora para a ação social no concelho. “Não há aqui atividades propriamente ditas, no entanto, sã sublinhadas as estratégias e o que se pretende até 2020 ao nível social. O que aqui está reflete aquilo que as instituições da Rede Social também querem para este período de tempo”, frisou, fazendo ainda notar que todo “o planeamento e a intervenção social devem ser baseados neste plano estratégico”.

O novo Plano de Desenvolvimento Social, que pretende ser instrumento estratégico a pôr em prática até 2020, foi aprovado a 14 de fevereiro em reunião do Conselho Local de Ação Social, informou a vereadora com o pelouro da Ação Social, Celeste Simão. Este pretende ser uma “bíblia social”. Foto: mediotejo.net

A autarca deu um exemplo prático sobre a aplicação deste Plano de Desenvolvimento Social. “Quando se faz um equipamento social no concelho, e que é preciso entregar na altura das candidaturas um parecer da Rede Social, a proposta é feita pelo núcleo executivo e submetida à reunião da Rede Social, mas tem de ser baseado neste Plano de Desenvolvimento Social, por exemplo, uma situação caricata de alguém que pede para construir um lar, mas que nem no Diagnóstico Social nem no PDS aponta para construção de lar. Aí, o CLAS emitiria um parecer desfavorável. Não é o caso, porque nós temos muita necessidade de camas de lar”, terminou.

Segundo Celeste Simão a partir daqui devem ser delineados os planos de ação da Rede Social, que contemplam as atividades das várias instituições sociais do concelho, reconhecendo que estes planos de ação “terão tanto ou ou mais sucesso, conforme o sucesso que tiverem os planos de ação das instituições sociais do concelho”.

Este documento orientador foi apelidado pela vereadora como a “bíblia social do concelho”, uma vez que “tudo o que vier tem que ser baseado nisto, e os planos de ação da Rede Social devem refletir o que aqui está”.

O Plano Desenvolvimento Social (PDS) 2017 – 2020 foi aprovado a 14 de fevereiro pelo Conselho Local de Ação Social de Abrantes. O novo PDS para o concelho de Abrantes pretende assumir-se como um instrumento de planeamento com capacidade para mobilizar as entidades parceiras da Rede Social e a generalidade da comunidade abrantina em torno de uma estratégia partilhada de promoção do desenvolvimento social a nível local.

Tendo por base uma experiência coletiva acumulada ao longo de mais de 15 anos, que importa valorizar, este exercício é também entendido como uma oportunidade para repensar abordagens e modelos de intervenção por parte da Rede Social, assegurando, assim, um enquadramento eficaz para a implementação de novas práticas de trabalho conjunto com vista a melhor responder às necessidades e desafios evidenciados em sede de Diagnóstico Social.

O plano encontra-se estruturado em três partes: Parte A: Estratégia de Desenvolvimento Social, Parte B: Referencial Programático e Parte C: Modelo de Governança.

O documento pode ser consultado na íntegra no site da autarquia.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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