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Terça-feira, Dezembro 7, 2021
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Abrantes | Novo número da revista Zahara lançado esta quinta-feira

A 37ª edição da “Zahara”, revista publicada pelo CEHLA – Centro de Estudos de História Local, é apresentada às 21:30 desta quinta-feira, dia 22 de julho, em Abrantes. O espaço Sr. Chiado, na Praça Raimundo Soares, foi o local escolhido para receber os autores do novo número e os temas ligados à antropologia, história local, sociologia, quotidiano e etnografia.

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Nesta edição, a revista apresenta um trabalho sobre as ‘Azenhas do Poço das Talhas em Queixoperra – Profissões e Vivências em Vias de Extinção’, por Teresa Aparício, a ‘Vida Cheia’ do professor Carlos Alberto, por José Alves Jana, ou o Teatro no Sardoal – O GETAS e a sua importância sócio-cultural, por Mário Jorge Sousa.

A Sirene dos bombeiros do Sardoal (1961-2021), por Dulce Figueiredo, Abrantes no século XIX – A Vila e o Concelho em 1811 (conclusão), por Joaquim Candeias da Silva, As Misericórdias em Vila Nova da Barquinha, por Fernando Freire, a história de Artur Gueifão – Um Artífice da Pedra, por Carlos Grácio, ou o ‘Resgatar Memórias – da pneumónica 1918 à Covid-19, por António Manuel M. Silva, são mais alguns dos destaques deste número 37 da Zahara.

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No local será assegurado o necessário distanciamento social e é obrigatório o uso de máscara.

A publicação criada em 2002 é dirigida por José Martinho e está de regresso para voltar a partilhar histórias das gentes e memórias da região, nomeadamente dos concelhos de Abrantes, Constância, Gavião, Mação, Sardoal, Vila de Rei e Vila Nova da Barquinha.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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