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Quinta-feira, Julho 29, 2021

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Abrantes: Nova igreja na Encosta da Barata será realidade em 2017

A Fábrica da Igreja Paroquial de S. Vicente, em Abrantes, vai avançar com a construção de uma igreja na urbanização da Encosta da Barata, junto ao Centro de Dia, que deverá estar concluída em meados de 2017.

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Esta é a convicção do Cónego José da Graça, responsável pelas paróquias de Abrantes, que há mais de 30 anos tem o sonho de construir naquela zona “de forte densidade populacional” um local de culto e de encontro da população.

Em declarações ao mediotejo.net, José da Graça refere que a pretensão de ali construir uma igreja já tem cerca de 30 anos e explica que “é uma zona de forte densidade populacional, com muitas famílias novas e muitas crianças para frequentar a catequese e não havendo ali próximo nenhum local de culto, além da Igreja de S. Vicente e da Chainça, ali naquela zona afigurou-se-me sempre a necessidade de construir uma igreja”.

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Aliás, recorda o Cónego José da Graça, “onde está hoje construído o lar, era para ser o local de construção da nova Igreja, o terreno foi cedido pela Câmara para esse fim mas entre a igreja e o lar, fiz a opção pelo lar mas nunca desistindo da igreja e sempre com a ideia de avançar com a sua construção “.

Recentemente, a Assembleia Municipal de Abrantes aprovou, na sua sessão de 28 de setembro, por maioria (com cinco abstenções: uma do Bloco de Esquerda e quatro da CDU) a cedência do terreno junto ao Centro de Dia, na Encosta da Barata, para a construção da igreja e salas de catequese pelo preço simbólico de 1.694 euros.

“Chegou agora a altura de ser possível a construção da igreja na Encosta da Barata e felizmente que a Câmara deliberou a cedência daquele terreno”, congratula-se José da Graça.

Por ter sido aprovada a cedência do terreno recentemente e por ainda não haver escritura pública do espaço, só agora está a avançar a realização do projeto daquele novo centro de culto que o Cónego espera estar concluído até ao final deste ano. Depois de concluído o projeto, dará entrada na Câmara Municipal para aprovação e licenciamento e “após isso arrancam as obras que espero que estejam concluídas em meados de 2017”, avança José da Graça.

Sobre valores e financiamento da obra, o Cónego responsável pelas paróquias de Abrantes diz, para já, não saber de nada e refere que “se nós quisermos fazer uma obra quando houver dinheiro, nunca nada se faz. Temos de pensar as coisas e iniciá-las, e depois vamos procurando encontrar parceiros”.

“Uma igreja simples mas digna”, é assim que José da Graça define o edifício a erguer na Encosta da Barata. “Pretendo uma igreja que tenha caraterísticas como a liturgia em que o presidente da assembleia tenha visibilidade sobre todos e é isso que está em causa na nova Igreja”, refere o responsável, salientando ainda a preocupação do “enquadramento do edifício no espaço envolvente”.

Recuperação do património existente

A Igreja de S. Vicente, em Abrantes, recebeu à pouco tempo obras no seu exterior e em breve irá avançar a intervenção no interior
A Igreja de S. Vicente, em Abrantes, recebeu à pouco tempo obras no seu exterior e em breve irá avançar a intervenção no interior

No que se refere às Igrejas de S. Vicente e S. João, em Abrantes, classificadas como monumentos nacionais, e que estão a precisar de intervenções de recuperação urgentes, José da Graça salienta que “a Igreja de S. Vicente vai ser intervencionada no seu interior, a autarquia tem feito esforços nesse sentido junto do governo central”. Relativamente à Igreja de S. João,” penso que para já não vai haver nada, mas quando se fizerem as obras na Igreja de S. Vicente fica uma porta aberta para se fazerem também em S. João”, perspetivou o religioso.

A presidente da autarquia de Abrantes, Maria do Céu Albuquerque, referiu publicamente, durante a apresentação da campanha turística “Tudo incluído”, que foi apresentada uma candidatura conjunta a fundos comunitários para recuperação da Igreja de S. Vicente, Igreja de S. João, bem como a Igreja de Santa Maria do Castelo, o jardim do Castelo e sua envolvente, e ainda o Convento de S. Domingos e o edifício Carneiro.

Entrou no mundo do jornalismo há cerca de 13 anos pelo gosto de informar o público sobre o que acontece e dar a conhecer histórias e projetos interessantes. Acredita numa sociedade informada e com valores. Tem 35 anos, já plantou uma árvore e tem três filhos. Só lhe falta escrever um livro.

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