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Sexta-feira, Outubro 22, 2021

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Abrantes | Nova Governadora do Distrito Rotário 1960 visita concelho

A nova Governadora do Distrito Rotário 1960 (estrutura que reúne os clubes do Oeste, Sul e ilhas), Ilda Braz, foi recebida pelo vereador João Gomes, na tarde de 6 de novembro, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, no âmbito da visita institucional que a responsável está a realizar a várias instituições do concelho de Abrantes.

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João Gomes realçou “ o trabalho e o mérito” das ações do Rotary Club de Abrantes (RCA), sublinhando o “diálogo e a parceria” contínua com a Câmara de Abrantes que ao longo dos anos tem vindo a permitir desenvolver projetos a favor da comunidade local, como é o caso da atribuição de bolsas de estudos a estudantes universitários cujas famílias se encontrem em situação de dificuldade económica.

Ilda Braz congratulou-se com o “trabalho repartido” entre as duas entidades e expressou o desejo da sua continuidade. João Gomes expressou a disponibilidade da autarquia para “novos desafios” no âmbito desta feliz cooperação, sempre na linha da “proximidade às pessoas”.

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O momento foi assinalado com uma troca de lembranças, tendo o vereador oferecido à nova Governadora um exemplar do livro “Caderno de Abrantes” que retrata a comunidade abrantina, através dos desenhos gráficos de Pedro Cabral e textos da escritora Raquel Ochoa. A Governadora do Distrito Rotário 1960 (oriunda do RC de Ponta Delgada) ofereceu ao autarca de Abrantes uma peça representativa dos Açores e da ligação do arquipélago ao mar.

Ilda Braz esteve acompanhada pelo presidente do Rotary Club de Abrantes, Júlio Miguel e por outros membros do RCA. Responsáveis por outros clubes rotários do país integraram também a comitiva.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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