- Publicidade -

Segunda-feira, Dezembro 6, 2021
- Publicidade -

Abrantes | Nova edição da revista de história local ‘Zahara’ já está nas bancas

A 36ª edição da “Zahara”, revista semestral publicada pelo CEHLA – Centro de Estudos de História Local, já está nas bancas com os habituais temas ligados à antropologia, história, sociologia, quotidiano e etnografia.

- Publicidade -

Nesta edição, sem apresentação pública devido aos dias que correm, a revista apresenta, entre outros, artigos de Teresa Aparício, com ‘José Pimenta: A Arte dos Ladrilhos e muitas outras’, ‘Abrantes no Séc. XIX’, por Joaquim Candeias da Silva, ou o ‘O Telégrafo De Ciera (Abrantes e Barquinha)’, por José Manuel D´Oliveira Vieira e Fernando Freire.

‘Da Importância da História Regional e Local nas Comunidades, por José Alves Jana, ‘Carro de Bois’, de Manuel Soares Traquina, ‘Semana dos Inválidos do Comércio’, por Rui Moleiro, ‘São Domingos e o Café Bernardino’, por Isidro Bernardino, ‘A Casa Grande’, por Manuel Batista Traquina, e ‘No Tricentenário da morte do Poeta’, por António Matias Coelho são outros dos artigos que marcam a edição final de 2020 da Zahara.

- Publicidade -

Destaque ainda para os artigos ‘Teatro no Sardoal’, por Mário Jorge Sousa, ‘Avé, Cesar Marques’ e ‘Maranhos à moda da Carregueira, mas não só’, por José Alves Jana, os ‘100 anos do Seminário de Gavião’, por Carlos Grácio, ou ainda ‘Manuel Martinho In Memoriam (1943-2020)’, por Joaquim Candeias da Silva, são temas que complementam a edição nº 36 da revista de história local.

A publicação, criada em 2002, é dirigida por José Martinho e está de regresso para voltar a partilhar histórias das gentes e memórias da região, nomeadamente dos concelhos de Abrantes, Constância, Gavião, Mação, Sardoal, Vila de Rei e Vila Nova da Barquinha.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

- Publicidade -
- Publicidade -

DEIXE UMA RESPOSTA

Faça o seu comentário, por favor!
O seu nome