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Segunda-feira, Outubro 18, 2021

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Abrantes | Museografia para o Panteão dos Almeida vai nascer na Igreja do Castelo

O projeto base e de execução de “Museografia e Arquitetura Expositiva para o Panteão dos Almeida na Igreja de Santa Maria do Castelo” em Abrantes, foi aprovado por unanimidade na quarta-feira, em reunião de Câmara Municipal. A obra de construção civil necessária para adaptar a Igreja à instalação da museografia estima-se em 148.656,00 euros, a aquisição de sistemas cenográficos, tecnológicos e comunicacionais para a interpretação do Panteão vão custar 74.865,00 euros.

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No âmbito da reabilitação do património religioso no concelho de Abrantes e do projeto cultural do Município, foi aprovado por unanimidade na quarta-feira, 19 de dezembro, o projeto base e de execução de ‘beneficiação interior da Igreja de Santa Maria do Castelo” em reunião de Executivo camarário.

De acordo com a documentação apresentada pela presidente Maria do Céu Albuquerque (PS) a intervenção tem um prazo de execução de 180 dias e deverá ficar concluÍda “no próximo semestre” acrescentou ao mediotejo.net.

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A empreitada de adaptação da Igreja de Santa Maria do Castelo para instalação da museografia e arquitetura expositiva do Panteão dos Almeida estima-se em 148.656,00 euros, a aquisição de sistemas cenográficos, tecnológicos e comunicacionais para a interpretação do Panteão vai custar 74.865,00 euros.

A ideia “é tornar aquele espaço no Panteão da família Almeida que ali está sepultada e que sirva para ajudar a fazer a leitura da nossa história”, explicou a presidente ao mediotejo.net.

‘Museografia e Arquitetura Expositiva para o Panteão dos Almeida’

A intervenção consistirá na construção de antecâmara em vidro no acesso principal; na colocação de estrutura em madeira pousada no pavimento para nivelação do espaço; na colocação de painéis de vidro na estrutura de madeira, com iluminação LED, para suporte da informação; na colocação de rampa para pessoas com mobilidade condicionada no acesso lateral poente; e na criação de uma estrutura para colocação de peças na sala sul.

O projeto cultural municipal passa ainda pela instalação do Museu Ibérico de Arqueologia e Arte com a coleção da Fundação Estrada, a coleção municipal e a coleção de Maria Lucília Moita no Convento de São Domingos, também com a reabilitação do Edifício Carneiro para instalação do acervo do escultor Charters de Almeida e pela ampliação do quARTel, Galeria Municipal de Arte para acolher a coleção de arte contemporânea do colecionador Fernando Figueiredo Ribeiro.

Igreja de Santa Maria do Castelo, Abrantes. Créditos: DR

“Prevemos que aconteça no Castelo através do projeto ganhador no âmbito do concurso de ideias que lançamos com a Ordem dos Arquitetos a requalificação de todo o espaço da Fortaleza e adjacente para ser potenciador de um turismo cultural, na afirmação do concelho no patamar alargado que é o território do Médio Tejo, da nossa região e do nosso País”, referiu a autarca.

Para Maria do Céu Albuquerque, a Igreja de Santa Maria do Castelo “é um fator distintivo da nossa Fortaleza que permite fazer uma ligação à nossa história, mas também à contemporaneidade ligando a família Almeida ao espaço expositivo que vamos instalar no Edifício Carneiro com a coleção do escultor Charters de Almeida”.

Esta requalificação, com um investimento provisional dentro da Igreja e nas acessibilidades, contará “num futuro próximo” com uma ligação do Panteão dos Almeida ao Edifício Carneiro, também “com peças do escultor, nomeadamente através da Porta da Traição”, concluiu.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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