ABRANTES: Município vai ter novas Zonas de Intervenção Florestal

O município de Abrantes vai ter duas novas Zonas de Intervenção Florestal (ZIF), a do Rio Torto e da Charneca de Abrantes, ficando o concelho abrangido quase na totalidade por aquele modelo de gestão, anunciou hoje a autarquia.

Em nota de imprensa, pode ler-se que, na sequência da apresentação à Comissão Municipal de Defesa da Floresta do concelho de Abrantes dos limites previstos de alargamento e criação de novas ZIF, o concelho fica “abrangido quase na totalidade por Zonas de Intervenção Florestal: a norte, com a previsão de alargamento da ZIF de Aldeia do Mato e a criação da ZIF de São Vicente de Abrantes, e a sul, com a criação de duas novas ZIF:  do Rio Torto e da Charneca de Abrantes”.

Segundo o documento, foram apresentadas duas candidaturas no âmbito do Plano de Desenvolvimento Rural (PDR) 2020, uma para Prevenção da Floresta Contra Agentes Bióticos (pragas e doenças) e Abióticos (fogos florestais e outras catástrofes), abrangendo a zona norte do concelho (freguesias de Fontes, Carvalhal, Aldeia do Mato e Souto, Abrantes (São Vicente e São João) e Alferrarede, Martinchel, Mouriscas e Rio de Moinhos) numa área de 451,43 hectares (382,36 ha de faixas de gestão de combustível nos aglomerados populacionais e 69.07 hectares na rede viária florestal), e uma outra para estabilização de Emergência Pós Incêndio, abrangendo a zona atingida pelo incêndio do dia 7 de julho (Martinchel), com medidas para recuperação da área ardida, e que inclui trabalhos de recuperação de caminhos, taludes e linhas de água.

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Segundo a mesma nota, a Comissão Municipal de Defesa da Floresta do Concelho de Abrantes analisou o desempenho do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais, relativamente à época de 2015, tendo sido “unânime a satisfação pelos resultados obtidos”.

 

 

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Mário Rui Fonseca
A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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