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Terça-feira, Novembro 30, 2021

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Abrantes | Município tem nova identidade gráfica

A Câmara Municipal de Abrantes tem uma nova identidade gráfica, a vigorar no período do atual mandato, de 2017 a 2021. Este novo grafismo foi aprovado em reunião de Câmara, esta terça-feira 14 de novembro, com abstenção do Bloco de Esquerda.

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“Esta é uma imagem desenvolvida pelos designers do Município” explicou a presidente, Maria do Céu Albuquerque. Que pegaram na imagem desenvolvida em 2009, nessa época o concelho de Abrantes era composto por 19 freguesias, “agora a alteração é diminuir para as 13 freguesias, as células que compõem a imagem”.

“A imagem do Município foi evoluindo”, disse. Há oito anos “o que trabalhámos foi numa dimensão, não só da valorização do nosso património como é o caso do Castelo, mas de todo o território que é muito díspar e diferente o que torna o nosso concelho potenciador de grandes oportunidades”, sustentou a autarca.

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Neste novo símbolo, do ponto de vista da imagem gráfica “mantém-se a mesma estrutura, numa cor de tijolo utilizada no centenário colocando a expressão por baixo do nome do concelho (Abrantes) ‘Cidade Centenária’ como registo também da construção de um novo centenário que todos nos encontramos neste momento a fazer”, referiu a presidente, não existindo portanto “uma ruptura com a identidade gráfica anterior”.

No passado, cada um dos triângulos refletia cada uma das freguesias, as cores refletiam a história, o desporto, a cultura, a água, a terra, a floresta e “no fundo o que o designer fez foi pegar no mapa das nossas freguesias e fechá-lo sobre esta imagem que acaba por representar a linha de horizonte da nossa cidade”, concluiu.

A nova identidade gráfica da CM de Abrantes foi aprovada em reunião de câmara com os votos favoráveis do PS e do PSD. O BE absteve-se.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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