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Abrantes | Município preparado para distribuir computadores e apoiar regresso ao ensino online

O Município de Abrantes está preparado para apoiar os Agrupamentos de Escolas nas aulas à distância e distribuir computadores aos alunos que deles necessitem logo que o Governo decida que o ensino online volta a ser uma realidade, disse ao mediotejo.net o presidente da Câmara Municipal, Manuel Valamatos.

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O ensino à distancia vai regressar dia 8 de fevereiro, o adiamento da reabertura das escolas é por isso uma realidade, sendo que o Governo anunciou na quinta-feira passada ser a escola em casa a solução para o confinamento, tendo em conta a atual situação epidemiológica. O Governo irá avaliar quinzenalmente as condições para um eventual regresso presencial às escolas – se, e quando, a pandemia de covid-19 o permitir.

Em Abrantes, o presidente garante que o Município está preparado para apoiar os Agrupamentos de Escolas nas aulas à distância logo que o Governo decida que o ensino online volta a ser uma realidade. “Foi o que fizemos numa primeira situação em que o ensino foi não presencial e é isso que vamos voltar a fazer se o Governo decidir que assim seja. Estaremos obviamente com os Agrupamentos de Escolas, com os alunos, com os professores prontos para responder, até porque temos computadores. Conseguimos nesse primeiro momento dar essa resposta e estamos prontos”, garantiu ao mediotejo.net o presidente da Câmara Municipal.

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Lembrando o primeiro confinamento iniciado em março de 2020 com “ensino online, à distância”, Manuel Valamatos indicou ter a Câmara adquirido “computadores, modem de Internet, todo um conjunto de estruturas para resolver a situação dos nossos alunos, sempre em estreita articulação com os dois Agrupamentos de Escolas”, quer da Escola Dr. Solano de Abreu, quer da Escola Dr. Manuel Fernandes. Os computadores foram, entretanto, recolhidos pelos serviços da autarquia, com o regresso às aulas presenciais no início deste novo ano letivo.

Manuel Valamatos explicou que “com as equipas de professores dos dois Agrupamentos conseguimos fazer chegar a todos os alunos do concelho quer computadores quer sistemas de Internet. Foi reforçado, junto das empresas de comunicações, o aumento da rede para que o ensino pudesse ter acontecido. Na altura o processo decorreu de forma normal”, disse, admitindo a necessidade de melhorias em situações pontuais.

“É isso que iremos fazer em articulação com os Agrupamentos de Escolas, com as famílias e alunos. Havemos de saber responder a esta situação que exige que o ensino tenha de ser à distância”, sublinhou o presidente de Câmara.

Quanto às chamadas “zonas cinzentas” no concelho, onde a rede de Internet é inexistente ou fraca, como acontece por exemplo na freguesia de Bemposta, concretamente na povoação de Chaminé e Vale de Açor, o presidente disse que a autarquia, junto das operadoras de telecomunicações, “tentará reforçar as linhas para que a Internet possa ser garantida de forma mais robusta. Foi isso que também fizemos numa primeira fase e vamos continuar a fazer, procurando os pontos negros que existem no concelho em termos de rede de Internet que possam ser melhorados”.

Do lado das escolas, entretanto, a Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE) garantiu à Agência Lusa que “estão preparadas para acionar o plano de contingência de aulas à distância logo que o Governo dê ordens nesse sentido”.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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