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Abrantes | Município firma protocolo com Fundação Serralves no Dia da Cidade

O Município de Abrantes assina no Dia da Cidade, 14 de junho, o protocolo com a Fundação Serralves. Trata-se de uma parceria que permite à autarquia integrar aquela fundação com o estatuto de “Câmara Fundadora Serralves” para além de criar condições de alargamento da rede de acesso e de aproximação das populações e entidades locais à arte, à cultura, à sensibilização ambiental e às indústrias criativas, beneficiando a comunidade abrantina das competências especializadas desta fundação.

O Município de Abrantes “vai utilizar este momento de festa” para efetivar a sua parceira com a Fundação Serralves “através de um conjunto de dinâmicas de rua”, disse, durante a reunião de executivo de 29 de maio, a presidente Maria do Céu Albuquerque.

A Câmara Municipal está a negociar com Serralves “a impressão de obras de arte das coleções pertença da Fundação, obras de arte que tenham passado por aquele espaço” e como base nessas impressões dinamizar “montras, lojas devolutas e paredes devolutas”, explicou a presidente. No fundo, trata-se de “trazer a arte a cultura mostrada na Fundação Serralves para o nosso espaço público”, referiu.

A assinatura do protocolo está agendada para o Dia da Cidade, dia 14 de junho, com a presença da presidente do concelho de administração da Fundação Serralves, Ana Pinho.

A Câmara Municipal e a Fundação de Serralves criaram uma parceria que permite à autarquia integrar aquela fundação com o estatuto de “Câmara Fundadora Serralves” para além de criar condições de alargamento da rede de acesso e de aproximação das populações e entidades locais à arte, à cultura, à sensibilização ambiental e às indústrias criativas, beneficiando a comunidade abrantina das competências especializadas desta fundação.

O protocolo estabelece que a CMA deve investir um total de 100 mil euros, em prestações de 25 mil euros, a vencer no fim do mês de dezembro ao longo de 4 anos, a duração desta parceria, sendo considerado um apoio monetário àquela Fundação. Depois de assinado o protocolo será criado entre as duas partes um plano bianual de atividades para Abrantes.

Enquanto Câmara Fundadora, a autarquia conta com um conjunto de “regalias”, entre outras: organização anual de uma exposição de arte contemporânea com trabalhos de artistas da Coleção Serralves; ações expositivas; entradas gratuitas para crianças até aos 12 anos e descontos nas entradas de jovens, estudantes até à licenciatura, bem como aos residentes no concelho com idades superiores a 65 anos; organização de visitas guiadas com desconto para jovens e seniores ao Museu e ao Parque de Serralves, assim como para os trabalhadores da Câmara e professores do concelho; colaboração com as escolas em programas pedagógicos nas áreas da cultura e do ambiente e participação especial em eventos como “Serralves em Festa”, “Festa do Outono” e em ciclos de conferências.

A Fundação colabora com a Câmara em diversas iniciativas, como: organização de estágios de formação na área educativa; conceção e organização de ações de sensibilização ambiental nos espaços verdes das autarquias; conceção e organização de colóquios/seminários sobre temas ambientais; promoção de ações de formação para técnicos de jardinagem; desenvolvimento de programas que visam a inclusão social das populações mais desfavorecidas; formação pedagógica de agentes na área da arte contemporânea; entre outras.

Abrantes passará oficialmente a integrar o conjunto de autarquias que já pertence à rede desta fundação, como Castelo Branco, Viseu, Matosinhos, Santa Maria da Feira, Santo Tirso, São João da Madeira, Vila do Conde, Funchal, Oliveira de Azeméis, Maia, Ponta Delgada.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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