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Quinta-feira, Julho 29, 2021

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ABRANTES: Detida mulher suspeita de matar filho recém-nascido em Mouriscas

A PJ de Leiria anunciou hoje a detenção de uma mulher de 35 anos, de Mouriscas, no concelho de Abrantes, que vai ficar a aguardar julgamento em prisão preventiva, no estabelecimento prisional de Tires, por suspeita de “autoria de crime de homicídio de descendente, recém-nascido”, depois de ter sido presente a primeiro interrogatório judicial.

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Segundo a PJ de Leiria, os factos terão ocorrido no final de fevereiro, tendo a mulher sido detida no passado dia 31 de março, com o juiz de instrução criminal a determinar a prisão preventiva como medida de coação.

Fonte conhecedora do processo disse ao mediotejo.net que este poderá não ser o primeiro crime do género cometido pela mulher, havendo diligências no sentido de encontrar este e eventualmente outros corpos de recém-nascidos.

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Terá sido uma ida da mulher, por um outro problema, ao Hospital de Abrantes – altura em que foi notificada para ser acompanhada no centro de saúde da gravidez em estado avançado que apresentava -, que originou o alerta às autoridades, uma vez que nunca compareceu nem às consultas nem, findo o tempo de gestação, para o parto.

A mulher, casada e com quatro filhos, chegou a estar internada no serviço de psiquiatria do Hospital de Tomar antes da aplicação da medida de coação de prisão preventiva.

A presidente da junta de freguesia de Mouriscas, Maria Teresa Dinis, disse, por sua vez, ter ficado “surpreendida e chocada” com a notícia.

Afirmando nunca se ter apercebido de qualquer gravidez da mulher, a autarca afirmou que se trata de uma família “normal”, em que o marido “é muito trabalhador” e os sogros “ajudam”.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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