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Abrantes | Movimento “Por mim, por ti, por todos” pede bens para apoiar profissionais do Hospital (C/ÁUDIO)

O movimento cívico “Por mim, por ti, por todos” está a fazer uma campanha de angariação de bens alimentares para mostrar o agradecimento da comunidade aos profissionais de saúde do Hospital de Abrantes. A professora Cândida Morgado é a mentora do movimento, falou com o nosso jornal e apelou à solidariedade dos abrantinos.

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O movimento cívico “Por mim, por ti, por todos” arranca oficialmente este sábado com uma campanha de solidariedade, em forma de pedido de doação de diversos bens alimentares, para apoiar os profissionais do Hospital de Abrantes, nascendo já hoje uma página da rede social Facebook.

Brevemente será divulgado um cartaz nas redes sociais, com as datas das recolhas, os locais de entrega e os bens pedidos.

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Uma iniciativa que toma forma, uma vez que o bar daquela unidade do Centro Hospitalar do Médio Tejo está encerrado e “nem sempre as máquinas de vending conseguem dar resposta”, explicou ao mediotejo.net Cândida Morgado.

O objetivo é só um: “Ajudar os profissionais do nosso hospital. Estão a viver momentos difíceis, estão exaustos, estão cansados. Nós, enquanto comunidade, queremos também dar um aplauso pelo seu trabalho diário, mostrar que estamos em casa, a fazer a nossa parte, mas também com vontade de ajudar de alguma maneira.” Com esta iniciativa querem passar ainda “uma mensagem de incentivo”, acrescentou.

ÁUDIO | Cândida Morgado explica intenções do movimento cívico “Por mim, por ti, por todos”

A ideia surgiu perante as notícias relativas à situação epidemiológica que o País atravessa. “Pensei em pedir bens alimentares para colmatar as necessidades que eventualmente existissem. Os médicos e os enfermeiros estão muitas horas fechados no Hospital e já muitas pessoas se solidarizaram com a ação, inclusivamente para fazer recolha dos bens e colocá-los no Hospital”, explica Cândida.

Essencialmente pedem bens “fáceis de consumir”, como sumos, leite, barras de cereais, bolachas em pacotes, snacks, água, bolos, chá e café em cápsula. “Tudo embalado individualmente devido à pandemia”, nota.

Otimista com o resultado, diz que Abrantes “tem uma comunidade voluntariosa e quer mostrar gratidão ao próprio Hospital. Não estamos à procura de fragilidades. Queremos ajudar!”, afirma.

A iniciativa é do conhecimento da administração do Centro Hospitalar do Médio Tejo, entidade para a qual Cândida Morgado afirma ter enviado um e-mail na sexta-feira, dando conta da vontade de realizar uma ação de solidariedade (até ao momento sem resposta). O movimento conta, no entanto, com colaboração da Liga dos Amigos do Hospital de Abrantes que se associou à iniciativa para dar apoio, nomeadamente em géneros que tem em depósito.

José Alberty, da direção da Liga, deu conta ao mediotejo.net também da falta de produtos de higiene como “pasta de dentes ou máquinas de barbear”, acrescentando que este sábado a Liga iniciou a compra bens para dar apoiar ao movimento nesta ação de solidariedade para com os profissionais de saúde.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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