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Domingo, Novembro 28, 2021

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Abrantes | Mostra de doçaria tradicional abrantina adoçou Lisboa

Numa iniciativa que decorreu a 13 de outubro, no número 13 do Largo do Intendente, o Município de Abrantes e a TAGUS – Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior, deram a provar os doces tradicionais abrantinos aos lisboetas e aos turistas, num ação de promoção da 16ª Feira Nacional de Doçaria Tradicional que se vai realizar no próximo fim de semana no Centro Histórico de Abrantes.

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Em nota de imprensa, a organização refere que cerca de meia centena de crianças, entre os 3 e os 6 anos, dos Jardins de Infância da Pena e dos Anjos, passaram pelo Largo do Intendente, na passada sexta-feira, para aprenderem a fazer as broas fervidas de noz e mel, típicas do dia de Todos-os-Santos, e conhecerem o “Palhinhas – uma história da Palha de Abrantes”, enquanto ícone da doçaria abrantina.

Foto: TAGUS

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A ação promocional sobre a doçaria abrantina decorreu entre as 10h00 e as 17h30, e além da oficina de broas para os mais pequenos, o Chef Fernando Correia, da Pastelaria Tágide, demonstrou e deu a provar a doçaria tradicional abrantina aos clientes da Produtos e Territórios – Loja do Intendente e transeuntes desta zona lisboeta.

Deste modo, foi ainda dado destaque à Feira Nacional de Doçaria Tradicional que acontece desde 2002 e reúne doceiros de todo o país, bem como produtores de mel, licores e compotas, vindos de vários pontos do país e das ilhas. A 16ª edição realiza-se nos dias 27, 28 e 29 de Outubro, no Jardim da República, no Centro Histórico de Abrantes, com programa complementar de animação musical e desportiva.

Abrantes | Jardim da República recebe os melhores doces de todo o país

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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