Apoie o jornalismo que fazemos,
junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -
Quinta-feira, Outubro 21, 2021

Apoie o jornalismo que fazemos, junte-se à nossa Comunidade de Leitores

- Publicidade -

Abrantes | Morreu Manuel Lopes de Sousa, o inventor de Abrantes

Morreu Manuel Lopes de Sousa, figura incontornável como industrial e inventor abrantino, , com 95 anos de idade. O velório terá lugar este sábado, dia 24 de novembro, na Igreja da Misericórdia, a partir das 17:30, realizando-se o funeral este domingo, às 14:30, em Abrantes.

- Publicidade -

Manuel Lopes de Sousa nasceu em Abrantes a 7 de setembro de 1923. Conhecido como o inventor de Abrantes, começou a trabalhar aos 14 anos de idade como aprendiz de serralheiro. Mas, foi aos 15 anos que fez a sua primeira invenção: uma máquina de fazer em S, que dobrava e cortava rapidamente arames utilizados para prender as telhas, e a partir daqui nunca mais parou.

Apesar de ter apenas a 4.ª classe, especializou-se na inovação de maquinaria de uso essencialmente agrícola, ganhando em 1965 a sua primeira medalha de prata no 13.º salão Internacional de Inventores de Bruxelas. Soma ainda 2 medalhas de ouro (uma em Genebra – 1977 – e outra em Bruxelas – 1982), outra medalha de prata em Bruxelas (1972), entre muitas outras distinções.

- Publicidade -

Apesar da provecta idade, Manuel Lopes de Sousa continuou sempre a testar a sua criatividade na resolução de problemas industriais. No seu espólio de inventos conta com a máquina de cortar legumes, frutos e tubérculos, o descarolador de milho com limpeza total, o primeiro reboque basculante fabricado em Portugal, a máquina de cortar mato, a máquina para fender chumbo esférico usado na pesca à linha, a máquina para limpeza de azeitona, o aparelho respiratório de respiração para aplicação nasal, o ripador manual de frutos diversos, a máquina automática para soldaduras circulares, entre muitos outros.

A equipa do jornal mediotejo.net endereça as mais sentidas condolências à sua família e amigos.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

- Publicidade -
- Publicidade -

DEIXE UMA RESPOSTA

Faça o seu comentário, por favor!
O seu nome