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Segunda-feira, Outubro 18, 2021

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Abrantes | Montepio Abrantino Soares Mendes entra em obras

O Montepio Abrantino Soares Mendes – Associação de Socorros Mútuos, em Abrantes, encerrou para obras que vão iniciar “a todo o momento”. Em causa, as vulnerabilidades do edifício, especificamente do telhado. A presidente da direção, Manuela Ruivo, explicou ao mediotejo.net que “não sendo uma associação lucrativa”, trata-se de um “grande” investimento, sem adiantar, no entanto, o montante do orçamento.

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O Montepio Abrantino tem sido alvo de obras de manutenção, mas “por questões de segurança e de impossibilidade da prestação de consultas” durante a realização das necessárias obras no telhado que “ainda não conseguimos fazer”, encontra-se encerrado. Manuela Ruivo acredita que “no início do próximo ano” o Montepio esteja preparado para reabrir, disse.

A direção do Montepio Abrantino Soares Mendes pretendia iniciar obra “mais cedo para que tudo ficasse pronto ainda este ano, mas não foi possível”, notou, dando conta de um considerável esforço financeiro “para uma associação como a nossa”.

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Em Abrantes, a associação mutualista presta serviços médicos aos seus associados. Enquanto instituição, é uma IPSS (Instituição Particular de Solidariedade Social) que presta assistência médico-medicamentosa, no caso serviços de medicina geral e familiar, a um grande grupo de associados, cerca de dois mil, que pagam uma anuidade.

O Montepio Abrantino Soares Mendes completou 162 anos no dia 29 de setembro de 2018. Começou por intitular-se Sociedade Filantrópica Abrantina, integrando-se num movimento nacional de fundação de associações de socorros mútuos, muitas das quais designadas montepios, organismos que prosseguiam fins de crédito, de entreajuda e de beneficência.

Montepio Abrantino Soares Mendes. Foto: DR

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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