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Domingo, Julho 25, 2021

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Abrantes | Mies van der Rohe e Victor Palla nos 5 anos do ciclo ‘Projectar’

A Delegação do Centro da Ordem dos Arquitectos apresenta a 54.ª sessão do ciclo de cinema dedicado à Arquitectura, na Biblioteca António Botto, em Abrantes, às 19H00 de quarta-feira, dia 31 de maio.

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Mies van der Rohe e Victor Palla são os arquitetos em destaque nesta sessão do Ciclo de Cinema de Arquitectura, Projectar, promovido desde há exactamente cinco anos, pela Delegação do Centro da Ordem dos Arquitectos. “A Casa Tugendhat, Viver numa obra de arte”, de Christina Brecht-Benze (2002), e “Victor Palla”, de Edgar Feldman (1994), são os filmes a exibir esta quarta-feira.

Depois de percorrer toda a região Centro que abrange esta delegação da Ordem dos Arquitectos, de ter projetado para cerca de sete centenas de pessoas, num total de 76 documentários dedicados a 52 arquitetos de dimensão nacional e internacional, 18 dos quais portugueses, o arquiteto Ricardo Cabrita reforça que “esta tem sido uma das formas de prosseguir com o trabalho de divulgação da vida e obra de arquitectos cujas obras marcaram a história da Arquitetura.”

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O ciclo Projectar destina-se aos arquitetos da região Centro, a todos os outros arquitetos e, de igual modo, à população em geral, que se interesse ou queira saber mais sobre Arquitetura.

Deste percurso de cinco anos destaca-se a sessão decorrida no Instituto Politécnico de Tomar, dedicada ao Arquitecto Manuel Taínha, como a que registou maior adesão do público. Mais de meia centena de pessoas assistiram à sessão que terminou com uma conferência.

França, Reino Unido, EUA, Japão, Espanha, Itália, Alemanha, Brasil, Áustria, Dinamarca, Finlândia, Holanda, Israel, Suíça e Portugal foram os países de proveniência dos arquitectos abordados, no contexto de quatro diferentes movimentos ou tradições arquitectónicas.

A grande maioria dos documentários assinalou arquitectos da viragem do século XIX até ao princípio do século XXI, tendo as exceções sido os documentários acerca do Românico, do Gótico, de Miguel Ângelo, de uma casa tradicional japonesa, da Gare Saint-Pancras em Londres e da Ópera Garnier em Paris.

Todos os documentários foram exibidos em Português ou legendados em Português.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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