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Domingo, Novembro 28, 2021

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Abrantes: Marisa Costa sagra-se campeã ibérica em O-BTT pelo COA

O Campeonato Ibérico Feminino de Orientação em BTT (O-BTT) realizou-se no passado fim de semana em Zaragoza, Espanha, tendo a atleta Marisa Costa, em representação do Clube Orientação e Aventura (COA), de Abrantes, conquistado o título de campeã ibérica no escalão juvenil.

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Marisa Soares da costa, 14 anos, vive em Tomar, é estudante e começou a praticar a modalidade “porque achava graça” e porque o seu pai e irmão também são praticantes de Orientação em BTT.

MARISA
Marisa Costa, em representação do Clube Orientação e Aventura (COA), de Abrantes, conquistou o título de campeã ibérica no escalão juvenil.

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“Comecei em 2011 e hoje represento o COA de Abrantes porque é o clube mais perto de casa (Tomar) e porque o meu pai e o meu irmão já competiam por ele”, disse Marisa ao mediotejo.net.

“Gosto da modalidade porque nos desenvolve a mente e para além da competição fazem-se grandes amizades”, destacou a jovem atleta.

“Enquanto atleta sou muito persistente e luto pelos meus objetivos”, frisou Marisa, tendo revelado que os melhores resultados que obteve “foi no ano passado, no campeonato ibérico e no nacional”, e feito notar que também “foi muito gratificante representar Portugal no Europeu”.

Marisa Costa disse ainda que para conquistar o título de campeã ibérica no escalão juvenil teve de “treinar muito”, tendo considerado que “o fundamental foi ir com muita atenção ao mapa”

“O percurso ao início foi difícil, porque em Espanha os caminhos são diferentes, e a nível de orientação não foi muito exigente”, revelou, tendo apontado para as próximas metas a alcançar:

“Os meus objetivos, para já, é um dia chegar ao top mundial, quem sabe ganhar uma das provas mais importantes, mas acima de tudo não desiludir os que mais me apoiam e é a esses que eu dedico esta minha vitória”, concluiu.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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