Abrantes | Mais de 200 testes dão todos negativo no Lar da Santa Casa da Misericórdia (c/áudio)

Os cerca de 200 testes realizados a utentes e funcionários do Lar da Santa Casa da Misericórdia de Abrantes deram todos negativo, disse este domingo o presidente da Câmara Municipal, mantendo-se um total de quatro funcionários infetados pelo novo coronavírus. Manuel Jorge Valamatos não escondeu o seu alívio por uma situação que poderia ser problemática, tendo pedido à população que se proteja e não baixe a guarda nestes meses mais difíceis que se antecipam em tempos de pandemia.

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Os quatro trabalhadores infetados estão em confinamento profilático e o contágio não se chegou a verificar na centenária instituição. O autarca deu ainda conta da situação atual no Lar em Pego, onde se mantém a situação estabilizada com 40 pessoas positivas, entre utentes e funcionários, e comentou as novas medidas anunciadas pelo Governo.

ÁUDIO – MANUEL JORGE VALAMATOS:

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Os resultados positivos no Lar da Santa Casa da Misericórdia de Abrantes foram apurados na semana passada em três funcionários da área da cozinha e um que trabalha na área sociocultural, tendo sido realizados na sexta-feira os testes a todos os utentes e profissionais da Santa Casa, num total de mais de duas centenas.

As novas infeções foram identificadas no âmbito da segunda fase de realização de testes de diagnóstico ao SARS-CoV-2 aos profissionais das respostas sociais de Estrutura Residencial do distrito de Santarém, que ocorreram na instituição na passada terça-feira. Manuel Jorge Valamatos disse ainda que os testes vão continuar a ser feitos nos lares, centros de dia, eventualmente em escolas e nos serviços municipais, nos locais onde os trabalhadores estão mais expostos ao público.

Na resposta de Lar, a Santa Casa da Misericórdia de Abrantes conta com 120 trabalhadores e cerca de 110 utentes.

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Mário Rui Fonseca
A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.
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