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Segunda-feira, Dezembro 6, 2021
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Abrantes | Livro “Liceu de Abrantes: 50 anos de uma escola para todos” apresentado na segunda-feira

A apresentação do livro “Liceu de Abrantes: 50 anos de uma escola para todos” realiza-se na próxima segunda-feira, 25 de outubro, às 18h00, na Biblioteca da Escola Dr. Manuel Fernandes, em Abrantes.

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A obra, da autoria dos historiadores Joaquim Candeias da Silva e José Martinho Gaspar, venceu a 3ª edição do Prémio Literário do Médio Tejo na categoria de Não-Ficção e é agora publicada em livro numa edição da Câmara Municipal de Abrantes em parceria com a Médio Tejo Edições.

No ano letivo 2017/18, no âmbito das comemorações dos 50 anos do Liceu de Abrantes, foi pensada a edição de um livro que assinalasse as cinco décadas da escola que é hoje sede do Agrupamento de Escolas N.º 2. “Por vicissitudes várias tal não foi possível de concretizar, apesar do muito trabalho preparatório feito”, explica o diretor Alcino Hermínio.

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Volvidos quatro anos, e na sequência da distinção no Prémio Literário do Médio Tejo, o livro será editado numa outra data relevante: os 50 anos da transformação da Secção de Abrantes do Liceu Nacional de Santarém em Liceu Nacional de Abrantes.

Capa da obra “Liceu de Abrantes – 50 anos de uma escola para todos”

Foi a 25 de outubro de 1971 que a Secção de Abrantes do Liceu Nacional de Santarém, criada em 1967/68 passou a ser “Liceu Nacional de Abrantes” e, 50 anos depois, a efeméride será marcada à volta deste livro, no espaço do antigo Liceu, com muitos dos alunos e professores que ali viveram anos marcantes das suas vidas.

O Prémio Literário do Médio Tejo, uma iniciativa da Médio Tejo Edições realizada com o apoio da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, foi criado em 2017 para promover talentos regionais e, nesse sentido, distingue obras de autores naturais ou descendentes de famílias de um dos 13 concelhos do Médio Tejo, ou a residir na região há mais de um ano, nas áreas da Poesia, Romance e Não-Ficção. As candidaturas à 4ª edição deste Prémio encerraram no passado dia 15 de outubro, prevendo-se para o início de 2022 o anúncio dos novos premiados que, além de um prémio monetário, veem a sua obra publicada pela Médio Tejo Edições.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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