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Sábado, Julho 31, 2021

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Abrantes | Livro deu a conhecer António Martins, abrantino, e ‘o mais completo atleta português’

O cirurgião e pediatra Gentil Martins e a sua filha Inês Gentil Martins – autora da obra – apresentaram na terça-feira em Abrantes o livro “António Augusto da Silva Martins – O mais completo atleta português de todos os tempos”, na Biblioteca Municipal António Botto..

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António Augusto da Silva Martins nasceu em S. Miguel do Rio Torto, concelho de Abrantes, em 1892. Foi um conceituado médico-cirurgião, investigador (colaborou com Egas Moniz nos trabalhos que lhe mereceram o prémio Nobel da Medicina), oficial militar em França na ofensiva final dos Aliados no decorrer da 1ª Guerra Mundial e atleta olímpico. Bateu o seu primeiro recorde nacional há mais de 100 anos e foi olímpico há mais de 90.

Inês Gentil Martins, neta do retratado, refere que o livro pretende dar a conhecer às novas gerações “a vida, embora curta, mas exemplar e multifacetada, quer como ser humano, como médico-cirurgião e como desportista”.

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Num recente artigo publicado na revista Selecções do Reader’s Digest, Gentil Martins escreve o seguinte sobre o currículo desportivo do pai: «…o atleta mais completo foi de longe o meu pai, porque ele foi recordista nacional em várias modalidades: peso, disco, dardo, salto em altura, salto em comprimento, salto em largura. Foi campeão em tudo o que havia no tiro desportivo nessa altura – espingarda de guerra, espingarda livre (deitado, de joelhos e de pé, e obteve o primeiro lugar no Campeonato do Mundo, em 1928, o único ano em que o tiro não fez parte das modalidades olímpicas), pistola de guerra, pistola livre e de precisão, de pé, deitado, de joelhos. Ou seja, tudo o que havia do desporto de tiro na altura».

Faleceu prematuramente, em 1930, na sequência de um acidente durante uma prova de tiro.

Pelo seu legado e por ser filho da terra, a Câmara de Abrantes atribuiu-lhe a título póstumo a medalha de Honra da Cidade de Abrantes, no dia 14 de junho de 2016, durante a cerimónia do Centenário da cidade, tendo a mesma sido entregue ao filho, Gentil Martins.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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