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Terça-feira, Outubro 26, 2021

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Abrantes | Livro de José Martinho Gaspar apresentado no Sr. Chiado esta sexta-feira

A Associação Cultural Palha de Abrantes abre portas esta sexta-feira à noite para a apresentação do novo livro de José Martinho Gaspar, “Contos daqui e dali”. Será às 21h30, na esplanada do Sr. Chiado, em Abrantes.

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Neste livro publicado pela Médio Tejo Edições, José Martinho Gaspar revela-nos as várias facetas da sua escrita e do seu talento. As histórias que aqui nos conta são por vezes marcadas por um realismo duro, noutras pela beleza ou o surrealismo dos sonhos. Tanto nos provocam como nos desarmam com um sorriso – cada uma delas é um bilhete para uma viagem inesperada.

São cerca de 50 pequenos contos ilustrados pelas crianças da Escola de Ócio da Associação Cultural Palha de Abrantes, num livro com design de Paulo Graça e Paulo Passos, da Napperon.

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José Martinho Gaspar nasceu em Água das Casas, Abrantes, em 1967. Professor de História por missão, descobriu na palavra escrita um hobby e uma paixão. É diretor da revista de História local Zahara há 19 anos e autor de vários livros de não-ficção, como “Os Discursos e o Discurso de Salazar” (2001), “A Primeira República em Abrantes” (2005), “Água das Casas: Memórias de uma comunidade” (2015), “Sport Lisboa e Abrantes/Sport Abrantes e Benfica: 100 anos” (2016) e “Almanaque da História de Portugal” (2020).

Publicou livros de contos (Histórias Desencantadas, 2012; Histórias de Ter de Ser, 2017) e uma história para crianças (Um Mundo Quadrado: Visto aqui deste lado, 2015).

Premiado em diversos concursos literários nos últimos 15 anos, foi distinguido com o Prémio Nacional de Literatura Lions de Portugal, em 2019, com o romance “Vidas por Fios”.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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