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Domingo, Dezembro 5, 2021
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Abrantes | Juntas de Freguesia colaboram na manutenção do funcionamento das escolas

A celebração de Protocolos de Colaboração entre a Câmara de Abrantes e oito Juntas de Freguesia do Concelho – correspondendo aquelas que tenham instaladas no seu território escolas EB1 e jardins-de-infância -, envolve um montante na ordem dos 68 mil euros e foi aprovada em reunião de executivo.

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Através desses contratos, as juntas de freguesia vão continuar a desenvolver ações junto das escolas do 1º Ciclo e Pré-Escolar, vocacionadas para assegurar o seu regular funcionamento, como a aquisição e fornecimento de combustíveis para aquecimento das salas, em caso de equipamentos que são aquecidos a lenha ou outros materiais, aquisição/reparação de equipamentos e material adequado à limpeza e higiene dos espaços escolares e para aquisição de material de expediente, nomeadamente, aquisição de resmas de papel, dentro do limite necessário ao regular funcionamento das escolas.

Falando num rede escolar “vasta”, a Câmara considera “fundamental o trabalho de proximidade e a capacidade de resposta rápida” que podem ser asseguradas pelas juntas de freguesia.

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O montante total da despesa ascende a 68.000,00 euros, repartido da seguinte forma:
União de Freguesias de Abrantes e Alferrarede – 18.000,00€
União de Freguesia de Alvega e Concavada – 4.700,00€
Junta de Freguesia de Bemposta – 11.000,00€
Junta de Freguesia de Mouriscas – 1.800,00€
Junta de Freguesia do Pego – 4.000,00€
Junta de Freguesia de Rio de Moinhos – 5.000,00€
União de Freguesias de S. Miguel e Rossio ao Sul do Tejo – 11.500,00€
Junta de Freguesia de Tramagal – 12.000,00€.

A deliberação será ainda submetida à Assembleia Municipal de dia 11 para autorização.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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