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Domingo, Agosto 1, 2021

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Abrantes | Interrupção do trânsito na Rua Grande e na Rua do Arcediago durante um mês

O trânsito irá estar parcialmente interditado na Rua Grande e na Rua do Arcediago, em Abrantes, a partir desta quarta-feira, dia 16 de junho, e pelo período estimado de um mês.

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Segundo o Município de Abrantes “esta interrupção do trânsito é necessária para a instalação de andaimes nestes dois arruamentos para a realização de uma obra num imóvel aí situado, pelo que terá que ser inviabilizada a passagem de qualquer veículo no local”.

Assim, irá ser invertido o sentido do trânsito na Rua de São Pedro, que passará a ter apenas o sentido ascendente, contrário ao habitual, passando, por isso, a ser interdito o trânsito no sentido descendente.

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Enquanto, o trânsito com destino a norte (Largo da Ferraria) terá que fazer o trajeto pela Rua de São Pedro, Rua D. Francisco de Almeida e Rua Capitão Correia de Lacerda e o acesso à zona dos Quinchosos apenas poderá ser feito pela Rua Maestro Henrique Santos e Silva ou pela Ladeira dos Quinchosos.

Na Rua Grande, só será permitido o trânsito a moradores e o acesso às garagens existentes pelo que terá, neste período, os dois sentidos do trânsito, com entradas e saídas pelo Largo da Ferraria.

Pela mesma razão o trânsito irá estar igualmente interditado na Rua do Arcediago, pelo que o acesso para cargas e descargas para os estabelecimentos habitualmente servidos por essa via terá que ser feito pela Rua José Estêvão, Praça Raimundo José Soares Mendes e Rua Serpa Pinto, exclusivamente para esse efeito.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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