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Terça-feira, Dezembro 7, 2021
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Abrantes | Incêndio no Vale da Fontinha mobilizou 34 bombeiros

Um incêndio em restolho, com balsas e ervas secas, no Vale da Fontinha, na zona urbana da cidade de Abrantes, deu esta segunda-feira trabalho a três dezenas de bombeiros que combateram as chamas apoiados por sete viaturas e um meio aéreo.

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Segundo a página da proteção civil, o fogo deflagrou às 19:29 numa zona de difícil acesso e às 20:30 estava em fase de conclusão, com a ajuda preciosa de um helicóptero, não tendo havido pessoas ou bens materiais em perigo durante a ocorrência.

O IPMA colocou hoje em risco máximo de incêndio os concelhos de Alcoutim (Faro), Gavião (Portalegre), Sardoal e Mação (Santarém) e Vila de Rei (Castelo Branco).

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Em risco muito elevado de incêndio estão quase quatro dezenas de concelhos dos distritos de Faro, Beja, Lisboa, Santarém, Castelo Branco, Portalegre, Viseu, Guarda e Bragança.

Para os próximos dias está previsto um aumento considerável de concelhos em risco máximo e muito elevado de incêndio devido à subida da temperatura que, segundo o IPMA, deverão rondar os 35 graus Celsius em vários distritos do continente.

O território continental está em Situação de Alerta até às 23:59 de 30 de maio, quinta-feira, devido às previsões meteorológicas que “apontam para um significativo agravamento do risco de incêndio florestal”.

Face a estas informações o Governo determinou a colocação do território continental em Situação de Alerta, que implica a adoção de “medidas de caráter excecional” como a “elevação do grau de prontidão e resposta operacional por parte da GNR e da PSP” para operações de vigilância e fiscalização e de apoio à população.

Ficam também proibidas as queimadas e queimas de sobrantes e é autorizada a dispensa dos trabalhadores dos setores público e privado que sejam bombeiros voluntários.

É ainda pedido à Força Aérea a disponibilização de meios aéreos em caso de necessidade e foram imediatamente acionados os dispositivos de coordenação de operações nacionais e distritais.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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