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Abrantes inaugura hoje da Estação de Canoagem de Alvega

A Câmara Municipal de Abrantes adjudicou a exploração da Estação de Canoagem de Alvega à Casa do Povo da localidade, um investimento de cerca de 270 mil euros e que vai ser inaugurado no dia 10 de junho, às 10:00, com a presença anunciada da secretária de Estado do Turismo.

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A construção realizou-se no local onde estava situado o anterior equipamento, na margem do rio Tejo, sendo que a intervenção incluiu a demolição do antigo edifício de madeira existente no local e visou a requalificação daquele espaço ribeirinho, caracterizando-o como um novo espaço de lazer e encontro para a comunidade local e para os visitantes.

A empreitada implicou a construção de um novo edifício de apoio a atividades recreativas na estação de canoagem de Alvega, que beneficia de um novo posicionamento e está agora assente numa laje, permitindo a passagem da água do rio sem degradar a infraestrutura.

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Estação de Canoagem de Alvega implicou um investimento na ordem dos 270 mil euros

A Estação de Canoagem de Alvega integra as rotas do Caminho do Tejo e é composta por um espaço de proteção de embarcações, uma zona fluvial que permite a prática desportiva de atividade aquáticas, valência de bar, esplanada, instalações sanitárias e chuveiros.

A Estação de Canoagem de Alvega foi projetada pelo “AtelierMob”. O projeto foi candidato a Edifício do Ano 2016, nas categorias de edifícios públicos e equipamentos desportivos, respetivamente, selecionados pela organização do prémio de arquitetura internacional  “Building of the Year 2016”.

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Imagem do antigo edifício da Estação de Canoagem de Alvega, construído em madeira

O valor da adjudicação da empreitada foi de 268.630,35 euros, tendo a Câmara de Abrantes obtido financiamento via FEDER (Programa Operacional Mais Centro) no valor de 228.335,80 euros (85%).

 

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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