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Abrantes | Idosa morre carbonizada quando realizava uma queimada

Uma mulher, de cerca de 70 anos, morreu hoje quando realizava uma queimada em Cabeça Gorda, na União de Freguesias de Aldeia do Mato e Souto. Os Bombeiros de Abrantes, quando chegaram ao local para apagar o incêndio em mato, encontraram o corpo carbonizado, disse ao mediotejo.net o comandante António Jesus.

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O comandante dos Bombeiros Voluntários de Abrantes, contactado pelo nosso jornal, explicou que o alerta de um incêndio em Cabeça Gorda, no concelho de Abrantes, chegou por volta das 12h35, via Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Santarém.

Provavelmente “a mulher morreu no decurso de uma queimada descontrolada. Os Bombeiros foram combater o fogo e os vizinhos deram pela falta da senhora e foi então que encontrámos o corpo carbonizado”, disse António Jesus.

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Segundo o comandante, as autoridades suspeitam que a vítima poderá ter “caído” ou “o fogo ter-se pegado à roupa”, mas as causas da morte só serão apuradas durante a autópsia.

O corpo da mulher foi recolhido e transportado para a morgue do Hospital de Abrantes, assinalou ainda António Jesus.

Contactado pelo mediotejo.net acerca desta ocorrência, o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Santarém confirmou que os bombeiros foram mobilizados para Cabeça Gorda para “um incêndio” e que se registou “uma vítima mortal carbonizada”.

No local, além dos Bombeiros de Abrantes com duas viaturas, foi mobilizada para a ocorrência a Guarda Nacional Republicana (GNR), acrescentou o CDOS.

O caso deverá agora ser investigado pela Polícia Judiciária.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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