Sexta-feira, Fevereiro 26, 2021
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Abrantes | ICNF limpa caminhos públicos prioritários no norte do concelho

“Está em curso uma operação de beneficiação de caminhos públicos prioritários em Abrantes”, deu conta, esta terça-feira 24 de julho, o vice-presidente João Gomes, tendo em vista a redução de risco de incêndio florestal. Os trabalhos têm início esta semana e serão realizados por uma empresa contratada pelo Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).

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A consulta prévia foi lançada pelo ICNF que teve como objetivo a aquisição de serviços para a beneficiação de caminhos inseridos na rede viária florestal, tendo sido os municípios consultados para identificar áreas de especial atenção para que fosse depois elaborada cartografia.

Abrantes apresentou candidatura ao ICNF, posteriormente aceite, para proceder à manutenção e beneficiação de uma área de 11 quilómetros de rede viária florestal de estradas no norte do concelho “mais propícia à ocorrência de incêndios” considerou o vice-presidente, João Gomes.

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Na operação de beneficiação “vão estabelecer a ligação entre o Maxila e Colmial, outra ligação entre as Sentieiras e Fontes, na Matagosinha que liga ao Carvalhal e na Ribeira da Brunheta, no Souto” explica.

Reunião de Câmara Municipal de Abrantes

Trata-se de limpeza de rede viária em estrada de terra batida, “todos os anos é feita a manutenção de alguns caminhos, normalmente quem suporta esses custos é o município que faz a intervenção por indicação dos presidentes” das freguesias para que “no caso de incêndio as estradas sejam transitáveis”, explica.

A coordenação dos trabalhos é do ICNF numa candidatura da Câmara Municipal de Abrantes que identificou as estradas a intervencionar num limite máximo de 11 quilómetros.

“É um apoio importante” considera João Gomes, até por ser a primeira vez que o ICNF apoia na limpeza de rede viária de caminhos públicos prioritários, “importantíssimos no combate a incêndios” garante o vice-presidente, destacando a estrada no vale entre Maxial e Colmial. Um trabalho para “entre duas a três semanas” indica.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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