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Quinta-feira, Outubro 28, 2021

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Abrantes | Homem morre carbonizado em incêndio de Rio de Moinhos

Um homem morreu carbonizado num incêndio que deflagrou esta manhã em Aldeinha, Rio de Moinhos, concelho de Abrantes, numa zona de povoamento florestal, tendo o cadáver sido encontrado junto a um canavial, segundo confirmou fonte oficial dos bombeiros locais.

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“O incêndio já entrou em fase de resolução e foi encontrado um corpo carbonizado junto a um canavial e a uma horta com um poço, aparentando o cadáver ser de uma pessoa ainda jovem”, disse o comandante dos Bombeiros Voluntários de Abrantes, António Manuel Jesus.

Foto: JF Rio de Moinhos

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Segundo aquele responsável, o corpo “estava junto do poço e de um canavial que também foi consumido pelas chamas, dentro do perímetro do incêndio”, tendo acrescentado que “as investigações estão agora a cargo das autoridades policiais”.

Rui André, presidente da junta de freguesia de Rio de Moinhos, disse ao mediotejo.net, por sua vez, que o incêndio ficou controlado cerca das 13:00, e que é ainda “desconhecida” a identidade da vítima carbonizada.

“Ainda não sabemos a sua identidade, estão ali duas casas mais próximas e umas hortas, mas só as autoridades poderão agora apurar se o cadáver encontrado está relacionado com este incêndio e a sua identidade”, observou.

O incêndio deflagrou às 11:37 no lugar de Aldeinha, na freguesia de Rio de Moinhos, Abrantes, em zona de povoamento florestal, tendo entrado em fase de resolução cerca das 13:15, segundo a página da Proteção Civil.

No local estiveram  mais de 130 bombeiros, 30 viaturas e quatro meios aéreos.

 

*notícia alterada às 22h. Alguns leitores consideraram ofensiva a fotografia que originalmente publicámos nesta notícia pelo que decidimos retirá-la. Não publicámos essa fotografia de ânimo leve nem com o intuito de ter mais audiências. Entendemos que tinha valor noticioso e que, não sendo um plano aproximado nem sendo possível identificar a pessoa, poderia ser publicada. Neste mesmo caso, por exemplo, optámos por não divulgar o (alegado) nome da vítima, uma vez que não está oficialmente identificado. A imagem pode ser dura e crua – mas é real e entendemos que não nos cabe a nós, jornalistas, pintar com outras cores o mundo em que vivemos. Lamentamos os transtornos eventualmente causados por esta publicação e agradecemos todas as críticas dos leitores: geraram um intenso debate entre os jornalistas do mediotejo.net e fizeram-nos refletir sobre o que devemos revelar, mantendo sempre o interesse público como farol da nossa linha editorial.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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2 COMENTÁRIOS

  1. Boa tarde, na minha modesta opinião acho uma falta de respeito a fotografia do corpo em consideração à família, não seria necessário haver esta foto apenas para aumentar audiência. Somos um país de livre imprensa mas acho que há limites.

    • Boa tarde. A fotografia foi retirada. Não a publicámos de ânimo leve nem com o intuito de ter mais audiências. Neste caso, entendemos que não era ofensiva, não sendo um plano aproximado nem sendo possível identificar a pessoa. A imagem pode ser dura e crua – mas assim é a realidade e não nos cabe a nós, jornalistas, pintar com outras cores o mundo em que vivemos. Lamentamos os transtornos eventualmente causados por esta publicação e agradecemos todas as críticas dos leitores: geraram um intenso debate entre os jornalistas do mediotejonet e fizeram-nos refletir sobre o que devemos revelar, mantendo sempre o interesse público como farol da nossa linha editorial.

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