Abrantes | Gelados tradicionais vão ser degustados em Lisboa

Os gelados conhecidos de várias gerações abrantinas estarão em destaque na capital durante toda a tarde do dia 6 de julho, no Largo do Intendente, em Lisboa.

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São 100 por cento portugueses e com frutas nacionais e regionais os gelados que há mais de 40 anos são servidos na cidade de Abrantes e vão ser agora degustados na esplanada da Produtos e Territórios – Loja do Intendente, no primeiro sábado do Festival Bairro do Intendente em Festa.

Trata-se de uma ação promocional da TAGUS – Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior com o objetivo de contribuir para o escoamento do que é produzido no seu território (Abrantes, Constância e Sardoal).

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Assim, entre as 12h30 e as 19h00, estarão disponíveis alguns dos gelados tradicionais deste produtor do Ribatejo Interior, nomeadamente o gelado feito com Palha de Abrantes, doce típico abrantino, e os gelados com frutos de produção local, como é o caso dos gelados de amora, que provêm dos campos de Alvega, no concelho de Abrantes, da Courela da Cruz.

Os gelados Lis são uma marca de grande relevância para a comunidade e diáspora abrantina, visto que esta gelataria, de confeção própria, existe na cidade há mais de 40 anos, agora com novo proprietário, mas mantendo os segredos antigos, e novo design.

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Este aposta nestes gelados portugueses, sem corantes e conservantes, que, além da loja de Abrantes, soma outra em Santarém e tenta incrementar a marca na capital.

A iniciativa da TAGUS é integrada no projeto de cooperação transnacional, materializado na Loja do Intendente, com 6 parceiros portugueses, também grupos de ação local do interior do País, e parceiros ativos no desenvolvimento de Cabo Verde, no âmbito do Desenvolvimento Local de Base Comunitária Rural (DLBC Rural), do Programa de Desenvolvimento Rural (PDR 2020) e cofinanciado pelo Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER).

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Paula Mourato
A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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