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Quarta-feira, Junho 16, 2021

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Abrantes | Francisca Laia falha Jogos Olímpicos e aposta na conquista da Taça do Mundo em canoagem

A seleção portuguesa de canoagem de velocidade terminou na quinta-feira sem novos apuramentos para os Jogos Olímpicos de Tóquio nas finais da prova europeia de qualificação disputadas em Szeged, na Hungria. A canoísta Francisca Laia, do Clube Desportivo ‘Os Patos’, não se apurou na Hungria para os Jogos Olímpicos de Tóquio mas qualificou-se hoje para a semi-final da Taça do Mundo em K1 200 metros, com o melhor tempo das cinco eliminatórias disputadas, prova mundial que pode conquistar.

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No apuramento para os Jogos Olímpicos, na quinta-feira, a oitava posição alcançada por Francisca Laia, 16.ª em K1 200 no Rio2016, e Sara Sotero, em K2 500, ao cumprirem a distância em 1.54,32 minutos, a 5,38 segundos das vencedoras, deitou por terra o sonho de uma presença em Tóquio numa prova em que as alemãs Sarah Bruessler e Melanie Gebhardt, arrebataram a única vaga em disputa.

Portugal tem já garantidas as participações de Fernando Pimenta em K1 1.000 metros, Emanuel Silva, João Ribeiro, Messias Baptista e David Varela em K4 500 e Teresa Portela em K1 200, nas provas de canoagem de velocidade em Toquio2020, e de Antoine Laynay, em slalom.

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Os Jogos Olímpicos Tóquio2020 vão realizar-se de 23 de julho a 08 de agosto de 2021, depois de terem sido adiados devido à pandemia de covid-19.

Entre esta sexta-feira e domingo, a seleção lusa vai permanecer em competição, em Szeged, na I Taça do Mundo de 2021, com 20 canoístas.

A atleta abrantina Francisca Laia representa o Clube Desportivo Os Patos. Foto: DR

A Taça do Mundo de canoagem da Hungria começou hoje “dentro das expectativas”, disse o vice-presidente da federação, destacando a qualificação para a final de K1 1.000 de Fernando Pimenta e a prata de Norberto Mourão na paracanoagem.

“O balanço está dentro das nossas expectativas, com grande parte das embarcações apuradas para as semifinais ou finais. Sábado vai ser dia importante”, disse Ricardo Machado, que elogiou também o K2 500 de João Ribeiro e Messias Baptista, que “deu sinal de grande competitividade” ao vencer a sua eliminatória, bem como o desempenho dos K1 200 de Teresa Portela e Francisca Laia, que este sábado vão procurar um lugar na final.

C/LUSA

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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