Terça-feira, Março 2, 2021
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Abrantes | FNATES volta a superar o preconceito através do teatro

O FNATES – Festival Nacional de Teatro Especial, volta a superar o preconceito social contra as pessoas com deficiência a partir do centro histórico e do palco do Cineteatro S. Pedro. A décima edição do evento de âmbito nacional organizado pelo CRIA – Centro de Recuperação Integrado de Abrantes junta 12 grupos no programa que decorre entre 20 e 22 de março.

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As praças do centro histórico de Abrantes começam a ser animadas na manhã de segunda-feira, a partir das 10h00, pelo Rancho Folclórico “Quinta das Pinheiras”, do CRIA, e meia hora mais tarde com a atuação do Grupo de Percussão da AFID (Lisboa).

A tarde marca o início dos espetáculos de teatro no Cineteatro S. Pedro, com a peça “Zaca – Zaca” de António Torrado, levada ao palco pelo Grupo de Teatro da APPACDM (Setúbal) às 14h30. Com a noite chega “O Diário de Anne Frank”, com encenação de Mónica Cunha e interpretação da Companhia “Era Uma Vez… Teatro”, da APPC (Porto).

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O segundo dia do programa começa às 14h30 com “Os endireitados”, peça encenada por Rosa Moreira e Otília Emílio e levada a cena pela APPCDM de Évora, e continua pelas 21h00 com “A Gaveta”, espetáculo que reúne em palco as instituições do distrito de Santarém (CRIA, CRIT, CRIF, CERE, CIRE,CRIAL, APPACDM de Santarém e João Paulo II de Fátima). A noite conta ainda com a atuação do músico David Antunes.

A cerimónia de encerramento do FNATES 2017 realiza-se a partir das 14h15 de quarta-feira com duas peças interpretadas pelo CRIARTE, grupo de teatro da instituição anfitriã.

O Cineteatro S. Pedro despede-se da décima edição do festival com “Sonhos” encenados por Marisa Sobral e Daniela Rebeca. A peça repete às 21h00 seguida por “A proteção dos protegidos”, com encenação de Mauro Moura da Bi-Dom Academia Criativa.

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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