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Quinta-feira, Janeiro 20, 2022
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Abrantes | FinAbrantes apoia coletividades em quase um milhão de euros em 2022

O apoio às coletividades do concelho de Abrantes, no âmbito do programa FinAbrantes, foi aprovado em reunião de executivo, num montante total de 908.095,02 euros para o próximo ano, repartido pelas medidas de Desporto, Cultura, Juventude, Social, Eventos e Investimento.

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Esta última permitirá apoiar a conservação/beneficiação e construção de infraestruturas e a aquisição de equipamentos e de viaturas, essenciais ao desenvolvimento da atividade associativa, sendo de periodicidade bienal e intercalando com o Orçamento Participativo.

Os apoios financeiros repartem-se do seguinte modo: medida Cultura 143.476,29 euros; medida Desporto 227.481,70 euros; medida Juventude 17.716,00 euros; medida Social 128.070,86 euros; medida Eventos 92.972,65 euros; medida Investimento 298.377,52 euros.

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Recorda-se que Orçamento Participativo (OP) de Abrantes ganhou novas regras em 2020, decorrendo em anos alternados de modo a ganhar mais tempo para “apoiar, estudar e estruturar” a execução dos projetos vencedores e também para responder aos projetos acumulados desde 2018 ainda sem implementação. Estabeleceu-se por isso que no ano em que não se realiza OP a verba é canalizada para apoio a equipamentos e edificado dos clubes e associações concelhias de âmbito cultural, desportivo e social.

O regulamento em vigor datava de 2012 e a Câmara entendeu ser necessário ajustá-lo em função da realidade atual das diversas áreas apoiadas como, por exemplo, por imperativos legais, mas também tendo em conta a alteração de quadros competitivos.

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O FinAbrantes é um programa municipal de incentivo a diversas entidades concelhias no desenvolvimento de projetos de âmbito cultural, desportivo e recreativo, juvenil e social.

Reflete o apoio público a coletividades, associações e outras entidades que a Câmara de Abrantes considera serem “pilares fundamentais de coesão social e agentes dinamizadores de atividades de apoio aos interesses e necessidades das comunidades locais”.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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