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Sábado, Setembro 18, 2021

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Abrantes | Filmes do Animaio selecionados para Festival Europeu de Animação na Sérvia

A Associação Palha de Abrantes tem dois filmes selecionados para a competição do Festival Europeu de animação que vai decorrer em Jagodina, Sérvia, de 18 a 22 de setembro. Produzidos por cerca de 300 crianças das escolas de Abrantes, no âmbito do projeto Animaio, os filmes “Harmos” (categoria ii – crianças de 15 a 18 anos de idade) e ” Da janela da minha escola ” (categoria i – crianças até 15 anos de idade), foram selecionados para o programa oficial de competição do 7º Festival de animação que vai decorrer naquele país, “motivo de orgulho e satisfação muito grande para todos os envolvidos e para todo o concelho de Abrantes”, disse ao mediotejo.net a presidente da Associação, Lurdes Martins.

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No final de 2018, a 42.º edição do festival internacional Cinanima já havia distinguido como melhor obra por realizadores menores de 18 anos o filme “Harmos” [Harmonia], dirigido por um coletivo de crianças e jovens de Abrantes. O filme “Harmos”, produzido pela Associação Palha de Abrantes e o Cineclube ‘Espalhafitas’, já havia conquistado a melhor curta de animação feita em escolas no Prémio Nacional de Animação daquele ano na categoria oficinas.

‘Harmos’, uma curta metragem de animação com cerca de 10 minutos, aborda a relação do Homem com a floresta, num filme em que prevalece o cinza, o preto e o branco, e que usa porcas cores. As suficientes para ‘pintar’ a floresta e a biodiversidade da região centrada em Abrantes, num filme que procurou fugir do tema dos incêndios, uma problemática que acabou por ser “incontornável” para as crianças que construíram e ‘pintaram’ a curta de animação.

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Foto: DR

“Foram mais de 100 alunos de cinco escolas que fizeram esta curta de animação, a par do apoio imprescindível dos professores e dos encarregados de educação, num processo em que o argumento foi completado pelos próprios alunos”, disse na ocasião ao mediotejo.net a presidente da Associação Palha de Abrantes, Lurdes Martins, para quem a conquista do prémio nacional representou “um grande orgulho e uma alegria imensa” para todos os envolvidos num trabalho que é desenvolvido em termos cinematográficos há mais de uma década consecutiva com os alunos das escolas do concelho de Abrantes e da região envolvente.

Os alunos participantes este ano, num projeto único a nível nacional e que envolve as crianças de escolas da região no processo de construção de películas cinematográficas, desde o argumento aos desenhos, estudam nas escolas Solano de Abreu (curso de Artes do 11º e 12º anos), escola D. Miguel de Almeida (alunos com 12 anos), Escola do Ócio/ATL Palha de Abrantes (entre os 7 e os 12 anos), e escolas primárias de Pego, Mouriscas e Rossio ao Sul do Tejo, envolvendo alunos do 3º e 4º anos.

Foto: DR

“O projeto de produção, orientação pedagógica e de educação é da Palha de Abrantes e do Cineclube Espalha Fitas”, sob orientação de Lurdes Martins, e contou com realização de Vitor Pires e Tânia Duarte, música de Francesco Berta e som de Pedro Magano, entre muitos outros intervenientes.

O projeto de enculturamento cinematográfico “assenta num projeto que é feito nas escolas e que não faria sentido sem o trabalho feito pelos professores, pelas crianças, e pelos próprios pais dos alunos”, frisou a presidente da Associação Palha de Abrantes.

Lets look at the trailer…. :-)

Publicado por Vitor Pires em Segunda-feira, 5 de novembro de 2018

 

Os vencedores de prémios do Cinanima ficaram habilitados a competir no concurso europeu de melhor filme de animação o “Cartoon D’Or”, organizado pela Cartoon – European Association of Animated Film, e a preença do filme ‘Harmos’ acaba de ser confirmada pela presidente da direção da Palha de Abrantes.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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