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Segunda-feira, Dezembro 6, 2021
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Abrantes | Festival de Filosofia para refletir sobre democracia, autoritarismo e radicalismo

Sob o tema “O regresso da história: a crise da democracia e o autoritarismo, a religião e os radicalismos” decorre em Abrantes e também em Sardoal, a partir de hoje, dia 10, e até 19 de novembro, o Festival de Filosofia de Abrantes. A cerimónia de abertura acontece às 17h30 dsta sexta-feira, no auditório da Santa Casa da Misericórdia de Abrantes.

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A “urgência” surge da necessidade da filosofia e do pensamento voltarem “à rua, ocupem a praça, atuem no espaço público, promovam o diálogo, o debate e a participação cidadã, intervenham sobre o nosso mundo, a nossa vida e o nosso tempo”, lê-se na página na Internet do Município de Abrantes relativamente ao evento.

A organização do Festival é precisamente do Município da Abrantes em parceria com o Clube de Filosofia de Abrantes. E de acordo com a organização pretende “ser uma praça aberta”. Convocar público a “refletir e marcar posição”. Pretende ainda “reunir políticos e intelectuais. Dar-lhes voz e fazer-lhes perguntas. Trazer os cidadãos aos problemas e às soluções”.

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“As democracias estão a ser severamente confrontadas com os seus próprios limites, mas também com as novas autocracias emergentes ou já constituídas. A religião retorna como fonte de novas utopias e invade a geopolítica mundial”, são vários intelectuais a marcar presença na discussão dos diversos temas ligados à temática proposta.

“O mundo está perigoso e a vida de milhões muito difícil. Mas o projeto de uma vida refletida, que começámos há pelo menos dois milénios e meio, continua a desafiar-nos e a convocar-nos”, pode igualmente ler-se.

O Festival de Filosofia de Abrantes destina-se ao público em geral.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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