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Abrantes | Executivo municipal reforça medidas para mitigar propagação da pandemia

Esta segunda-feira 18 de janeiro, o Governo reforçou as medidas de confinamento geral devido ao crescente número de infetados por SARS-CoV-2 no País. Em Abrantes, o executivo municipal decidiu, além dos recintos desportivos, encerrar também ao público a Biblioteca Municipal António Botto, para mitigar a propagação da pandemia.

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A Câmara informa igualmente que o mercado semanal (retalhista e grossista), que tem lugar todas as segundas-feiras na Tapada da Fontinha, não se realizará por tempo indeterminado.

Já os atendimentos municipais funcionam exclusivamente por marcação prévia desde o dia 15 de janeiro.

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Medidas no âmbito da covid-19

No entanto, no âmbito das medidas extraordinárias de contenção da covid-19, a Carrinha do Cidadão vai cumprir o calendário estabelecido, mas só irá circular mediante agendamento que deverá ser feito através do contacto 968 644 594 ou do email carrinhadocidadao@cm-abrantes.pt.

Calendário Carrinha do Cidadão

Em nota informativa, a autarquia recorda que tem ativo o programa de apoio à população de risco, “Fique em casa e em segurança”, criado pela autarquia durante o período de confinamento, em março de 2020.

Esta medida tem como objetivo apoiar os munícipes com mais de 65 anos, doentes crónicos ou portadores de deficiência, que possam estar sem apoio ou em situação de isolamento e que não tenham quem os apoie nas compras de primeira necessidade, como alimentos ou medicação.

Os pedidos de apoio deverão ser feitos através dos telefones 966 919 490 ou 241 330 217 sendo que, após o mesmo ser registado, são feitas as diligências necessárias para a compra e entrega de bens.

A juntar a estas medidas estão as decretadas pelo Governo:

– Proibir circulação entre concelhos aos fins-de-semana;
– Exigir emissão e apresentação de declaração da entidade empregadora para quem circula na via pública por motivos de trabalho;
– As empresas de serviços com mais de 250 trabalhadores devem comunicar à ACT nas próximas 48 horas a lista nominal de todos os trabalhadores cujo trabalho presencial considerem indispensável;
– Limitar horários de funcionamento das lojas até às 20h00 em dias úteis e até às 13h00 aos fins-de-semana. Os estabelecimentos de retalho alimentar só podem funcionar até às 17h00 nos fins-de-semana;
– Proibir vendas de bens ao postigo. No caso de cafés e restaurantes, a venda ao postigo só é permitida para produtos embalados e sem bebida;
– Proibir o funcionamento de restaurantes em centros comerciais, mesmo em regime de take-away.
– Proibir ajuntamentos e consumo de bens alimentares nas imediações de restaurantes e cafés;
– Encerrar todos os equipamentos desportivos, incluindo courts de ténis e de padel ao ar livre;
– Encerrar centros de dia, universidades sénior e espaços de convívio;
– Proibir a permanência de pessoas em jardins e espaços públicos de lazer;
– Proibir campanhas promocionais que promovam a deslocação de pessoas;
– Funcionamento dos centros de ATL para crianças até aos 12 anos.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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